E as palavras de hoje resumem-se a isto, sem tirar nem pôr.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Desvanecendo
Não importa o esforço que demonstro, hei-de ser mal interpretada. Personalidades que chocam não se assumem cooperantes. Sinto-me bem perto de figuras marcantes, de perfil bem definido, conscientes. E não me queixo do que oiço. Permaneço assim, estática, não mudo nada em mim. Mas a minha alma sente-se por vezes agredida e isso recai no que trespassa a minha aura. Perco o controlo de mim. Desconheço quem sou, num ápice. Esqueço que um dia a importância revelada tomou quantidades extremas, embora neste momento pareça desvanecer. Volto ao mesmo, perdida, descontrolada. Assumo a ligeireza do ser frágil que se esconde... E desapareço.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Teimosia incontornável
Talvez a sinceridade não seja suficiente. Talvez estes nossos joguinhos se tratem apenas de manias e não saibamos ser de outra maneira. E esta teimosia torna-se cíclica. E não havemos de provar um ao outro que conseguimos ser diferentes.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A casa de gritos
A minha cabeça assemelha-se a uma casa de gritos sufocados. Tanta ansiedade, tantos desejos insaciáveis... Só queria ter as oportunidades e momentos certos para soltar o que contenho há demasiado tempo. Vou lhe escrever uma carta. Mesmo que fique muito extensa, difícil será retratar perfeitamente esta minha mentalidade atribulada. E detesto fugir de confrontos, basta. São muitos os abraços que vou sufocando, tenho sido a minha pior inimiga. Só me quero sentir bem, não peço mais nada.
Desta terapia trato eu!(ainda não sei bem como)
Desta terapia trato eu!
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