terça-feira, 10 de abril de 2012

Os gritos das marés

Por vezes, a vontade de continuar a minha marcha falta. Lutar contra o que quero, contra o que o coração insiste é, de tudo o que alguma vez me propus a fazer, a tarefa emocional mais complexa, resistente e difícil. Os meus olhos escondem, enquanto os músculos faciais tendem a mostrar a tristeza que trago por me sentir pouco orgulhosa. Se já venci tantas lutas tão mais difíceis, porque não conseguirei vencer esta? Mas a esperança escasseia... quer eu queira, quer não. E não me venham dizer para ter calma, não me venham dar esperança, pois esta é uma meta que apenas atingirei sozinha. Remediar um tamanho "erro" não é nada claro; tem até tendência em tornar-se escuro que nem uma nuvem num dia excessivamente chuvoso. Anseio então pelo dia em que aparecerá o tal Sol radiante acompanhado por um sorriso rasgado no meu rosto, tem feito falta. E as marés dentro de mim continuarão revoltosas, gritarão para eu voltar e, aí, eu direi que não. Não voltarei para elas nem para ninguém, por mais que isso me agrade.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Hoje estou assim...


Com vontade de afogar as mágoas na escrita, mas sem saber o que dizer.