sábado, 29 de dezembro de 2012

*tenho andado desaparecida*

Queridos leitores e seguidores, este meu desaparecimento anda a tornar-se prolongado demais! Já ando com saudades de aliviar a consciência escrevendo para mim e para vocês. Se antes não aparecer por aqui, queria já deixar-vos o desejo de um ótimo 2013 com tudo de bom! E que para o ano tenham motivos para visitar o meu cantinho, que tem andado às moscas, ihih.
Um beijinho, a vossa blogger
Joana

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fuga intencional

E quando ele sentiu a minha falta, fui eu que fugi. Senti, finalmente, que as minhas dúvidas passavam a certezas. Tocou-me no coração tão profundamente que me tornou cega. E agora despeço-me. Acordei do nosso sonho, da ingenuidade, dos episódios sem consequências que tentávamos pintar. Pois então digo-lhe que não o auxiliarei mais nesta corrente de impulsos. Tomo rédeas, mas já não nego o que outrora senti. Estou cansada, exausta, e até as pedras da calçada se mostram menos desgastadas que eu. E lá espero eu por mais um reencontro, um dia em que tome consciência de que já vivo bem sem ti. Julgo que sim; sei que sim.

domingo, 14 de outubro de 2012

Emocionalmente saturada, ufff

Preciso desesperadamente de escrever para soltar toda esta ira e constrangimento, mas simplesmente não sei como o fazer!


domingo, 23 de setembro de 2012

Rendo-me a desistir de ti. Viraste tóxico para mim.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Liebster Blog

O Liebster Blog Award é para bloggers com menos de 200 seguidores e as regras são:

- Cada pessoa tem de postar 11 factos sobre si próprio.
- Responder às 11 questões que a pessoa que vos nomeou fez para vocês.
- Fazer 11 questões para as pessoas que vão nomear.
- Nomear 11 pessoas com menos de 200 seguidores e enviar-lhes o link do vosso post.
- Ir à página dessas 11 pessoas e dizer-lhes que foram nomeadas para a Liebster Blog Award.
Quando forem nomeados tem de pôr este badge do Liebster Blog Award na página do vosso Blog.

11 factos sobre mim:
- Gosto imenso de bolacha maria
- Tenho sempre os pés bem assentes na terra
- Escrevo para desabafar e aliviar algum peso desnecessário que traga comigo
- Aborreço-me facilmente
- A Natureza interessa-me bastante
- Adoro sapatos
- Passo a vida tentando não pisar a linha e ser correta a toda a hora
- Gosto muito de inglês, mas sinto que em português os textos têm um maior impacto
- Faço da música meu terapeuta sempre que não me sinto bem
- Estou com algum receio deste ano letivo que vou iniciar
- Fascina-me uma conversa honesta com amigos rapazes
- Sou totalmente dependente do ambiente de convivência dos tempos de escola


Perguntas feitas pela pessoa que me nomeou:
1. És feliz ou sabes sorrir? Até sou feliz
2. "Quem ama não trai" ou "Quem ama perdoa"? Quem ama perdoa
3. Maior sonho? Fazer o meu curso, encontrar um trabalho que me deixe satisfeita, formar a minha família com alguém que goste realmente de mim e poder dar o melhor da vida aos meus filhos
4. Já realizaste algum sonho? Já, imensos felizmente
5. Cantores/Banda preferida? Aprecio muito os Queen
6. Praia ou Piscina? Praia
7. Estação do Ano Preferida? Outono
8. Qualidades? Procuro estabilidade em todas as circunstâncias, é o que gosto mais em mim
9. Que vês quando te olhas ao espelho? Oh, nada de especial. Gosto da pessoa que me tornei, não necessariamente pelo exterior, mesmo
10. Ódio é uma palavra muito forte para ti? Fortíssima, nem conheço tal sentimento
11. Amar ou gostar? Gostar a sério, amar incondicionalmente; são sentimentos diferentes na minha opinião

(acabo o "desafio" assim que puder)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Pisando a linha

Vou correr o risco. A chama está acesa como de há uns tempos para cá. Continuo paralisada com esse teu jeito, envergonhada com o teu olhar. Quero saber de ti e esta espera e mesmo curiosidade intermináveis corroem-me o espírito. Intriga-me o que se passa no teu aglomerado de pensamentos. Será o meu nome assim tantas vezes repetido? Deixas-me nesta azáfama de incertezas, como se fosse abandonada num cais vazio. Será teu o barco que me leva de novo ao ponto de partida?


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Fazes-me falta

Nem mil sorrisos barulhentos me tiram a carga do grande "sei lá" que venho trazendo comigo. O mau estar emocional reflete-se no meu corpo que nem setas que me trespassam sem piedade. Sinto as costas pesadas, os olhos cansados. A respiração tornou-se ofegante, carente, nervosa sempre que me lembro de ti. E as lembranças asfixiam-me. Dão-me falsas esperanças de que um dia me possa voltar a sentir segura, amada por ti. Mas a minha felicidade não poderá ser mais adquirida deste jeito, porque serás sempre o meu fruto proibido. Não nego que te desejo todas as noites. O teu consolo que me confortava de tal maneira inigualável... Fazes-me falta, como nunca ninguém fará.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Os meus últimos tempos têm sido feitos de desejos sem fim, ânsias intermináveis e sonhos reais. E quem me dera tê-los vivido a teu lado. Já nem sei escrever sobre ti. Em alternativa, vou suspirando...


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Just a bad day

Vou murchando. A flor que há pouco se erguia cheia de cor, esmorece. O sol vai me queimando e sinto-me que nem cinzas. Cinzas de uma felicidade murcha e escassa. Que o dia de amanhã apareça e me encante, me erga.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Nem pétalas

As gotas da chuva estão cada vez mais longe. E à medida que o tempo passa, ainda mais saudades tenho. Cada gotícula tornava-se num reflexo das nuvens tristes, que choravam por mim. Eu simplesmente gostava de observar aquele desgaste de mágoa em meu nome, deixando os pratos limpos, afastando resíduos que ali não pertenciam. O sol não me acompanha, não é meu amigo. Ele insiste em aquecer-me as memórias, dilata-me as pupilas e faz os meus olhos brilhar. E não brilham de felicidade. Brilham por um simples e chato frete. Querem-se mostrar inseridos na alegria que se sente no ar, misturada por entre a brisa da manhã. Mas vão murchando, como as flores que secam. As pétalas vão desistindo de lutar contra a tristeza e voltam a cair que nem lágrimas. Mas nem pétalas me substituem a chuva, que me acompanha nos dias de desgostos melancólicos.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Our pinky promise


Obrigada por fazeres questão em surpreender-me a cada dia que passa. Amo-te.

terça-feira, 31 de julho de 2012

I'm sorry I miss you

Engraçado como não sei pensar em ti sem recorrer às enormes saudades que sinto. Desculpa esta minha enorme vontade de estar constantemente a teu lado. Mas tu, bem... tu és tão meu!


Já tive a possibilidade de seguir uns tumblrs de alguns bloggers que têm deixado os seus links nos blogs, mas gostaria que todos aqueles aqui da blogosfera que têm tumblr deixassem os seus links num comentário para eu os poder seguir. Deixarei também aqui em baixo o link do meu.
Espero que esteja tudo bem convosco! Boas férias a todos ♥♥♥

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A nossa savana

Cheguei de mansinho e sussurrei-te ao ouvido. Éramos felizes. Davas-me a possibilidade de um aconchego cada vez mais quente todas as noites em que me deitava a teu lado, de rastos, depois de mais um dia apressado. Deliciava-me lutar contra o tempo só para chegar perto de ti e sentir aquele teu olhar carregado de amor. Acariciavas-me todas as manhãs e fazias de mim tua rainha. Meu abrigo, meu amor, minha vida. E amava-te eternamente, mesmo que isso implicasse apreciar o jeito indelicado com que por vezes me magoavas. Mas, todas essas vezes, o teu arrependimento multiplicava-se no medo que demonstravas em me perder. Ansiava pela nossa eternidade, pelos nossos lençóis desarrumados e os risos abafados na pele de cada um de nós. O piano embalava o nosso sono, à medida que, de um jeito majestoso, colocavas os teus braços à minha volta. E mordia-te os lábios só para que me dissesses uma vez mais que era eu a tua leoa, que a nossa savana era a mais bonita de todas e que um dia teríamos por aqui um maravilhoso Simba, saltitando e fazendo com que o amor existente nos nossos serões triplicasse. De volta à minha realidade, eu lá suspirava, desejando que um dia fosses mais que um sonho.


sábado, 28 de julho de 2012

Keep marching on

Talvez não te saiba apreciar. Provavelmente, vejo em ti o meu reflexo de há uns tempos rasgados de insónias. Soube ser rejeitada sem sentir a pena vinda de quem mais queria e, por agora ver em ti tal emoção, sinto que também deverias trepar todas aquelas montanhas, descer as vertentes só para poderes chegar à meta que hoje alcancei. Quero que me conheças e só o conseguirás se passares por mim, vindo pela ruela feita de curvas que te deixarão tão zonzo, que dificilmente acharás força para marchares de novo. Se o fizeres, estarei ali, à saída, esperando para te felicitar.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Feliz dia!

"Feliz dia do escritor para quem escreve o que sente e não o que as pessoas querem ler. Feliz dia do escritor para ti que vomitas toda a tua dor nos teus textos e que pedes o coração dos teus leitores emprestados para desabafar. Feliz dia do escritor para quem sabe que escrever é como dar um banho à alma."

E aqui vai também o meu sincero agradecimento àqueles que me têm emprestado os seus corações sem pedir nada em troca. Obrigada leitores, seguidores, bloggers e feliz dia a todos ♥♥♥♥♥♥♥




terça-feira, 24 de julho de 2012

Le me every day

Entre todos os bloggers, serei apenas eu que me identifico totalmente com isto?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Querido tempo

Vou esperando que o tempo faça das suas. Entre manhas e desvios, lá ele vai conseguindo fazer uma dança que me embala o pensamento, esfria o coração e enche a memória de neblina. Entro em metamorfose pedindo, sem descanso, por mais. E oh, que bom amigo que ele é! Não me deixa nem um segundo e faz de mim mais feliz à medida que passa. Incapacitada, vejo-o passar por mim varrendo os estilhaços das jarras metaforicamente partidas e ajustando pedaços de corações desfeitos. No que toca a impedir tristezas, é inapto; à medida que as observa, é apenas capaz de lhes oferecer um caminho a seu lado, de mãos dadas, e deixá-las passar.


terça-feira, 17 de julho de 2012

Acompanhada pela chuva

E quando não te tenho é que sinto realmente a tua falta. Prendias-me a um pequeno círculo caseiro e fazias do cortinado meu parceiro. Sentava-me ofegante, ansiando que me varresses a dor do coração. A cada pingo, mais uma emoção. A cada minuto, mais uma escolha que se tornaria numa controvérsia se um outro minuto passasse. Abrandavas a tua corrida como se nada te impedisse; e ali estava eu, encostada ao parapeito, refém da tua companhia. À medida que o céu escurecia, mostravas-te frustrada, chorando pelas ruas e afogando as folhas caídas, vítimas das tuas lágrimas que desciam a ladeira como se de uma frágil face se tratasse. E sentias-te só, embora estivesse ali eu mais o meu cortinado, desfrutando do teu reboliço. Quando por fim encerravas a fúria dos céus, sabia que estava na hora de também eu acabar com o meu alvoroço de coração. Entretanto, sobrevivia, esperando que me visitasses de novo.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cansaço descordenado

O cansaço depende de inúmeras variáveis e assume a figura de um padrão matemático. Dividem-se esforços e somam-se angústias. Contêm-se palavras e multiplicam-se emoções. Eu opto por assumir uma outra personagem, tornando-me indecifrável. E é aí que a Matemática e o Teatro se tornam áreas que nunca se conciliarão, porque enquanto não descermos deste palco e não despirmos as personagens, o nosso um mais um será sempre igual a dois. Incompatíveis, nunca seremos um.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Oh, my lord...

Quando me sentir com forças, voltarei a escrever para ti. Hoje calhou-me, definitivamente, um dia não.


domingo, 1 de julho de 2012

Julga-me

Talvez me sintas como garantida, por te amar tanto e não te querer perder. Achas-me incapaz de trespassar setas ou mesmo de me dar como pouco vulnerável. Então julga-me, julga-me de novo e não sejas brando. Faz com que me perca em críticas como se de um labirinto se tratasse. Insulta-me. Deixa-me alcançar a exaustão e não me dês rédea curta. Senão, deixa-me partir. Liberta-me do teu ser. Destrói esta ligação que nos une como duas pétalas. Rejeita o que construímos com convicção. Devolve-me as asas que me roubaste. Deixa-me ser livre de espírito, que a consciência ligar-se-á sempre a ti. Solta-me para que corra e roube o infinito. Abandona-me ao luar, permitindo que a lua me acompanhe. Deita-me abaixo com discursos pouco congruentes. No fim de tudo, percorre o trajeto das minhas lágrimas e aquece o universo para as secar.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Dear cousin,

No meio de um coração confuso, olhos ameaçadores e sentimentos atafulhados, ainda há razões pelas quais me provocam sorrisos. O embaraço surge quando a vergonha teme em aparecer, o corpo não sabe como agir e a língua se prende. As acções vão-se concretizando com uma controvérsia muito peculiar. Dá-me para o riso e as bochechas vão-se assemelhando a rosas acabadas de colher. E, pelo menos, assumo: sou muito de ficar envergonhada quando me elogiam!


sábado, 23 de junho de 2012

Here you go again, making me love you

Vai para ti o último suspiro desta noite. Estou cansada, sabes, precisava do teu conforto e preocupação. É um suspiro carregado de vontade de expelir ódios e malícia. Começo a parar para pensar e observar tudo o que me rodeia. Na verdade, não gosto nada do que vejo. Só queria que me viesses tirar estas ideias da cabeça, preenchendo-a com promessas de amor eterno. Tem uma boa noite.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Garante-me o teu amor

Quando te sentires frustrado, liga-me. Desfaz os dilemas em palavras. Faz-me saber de ti, sentir-me dentro da tua mente, controlando os teus desejos e ações. Diz-te dependente de mim. De mansinho, vai-te adaptando ao meu futuro e não me deixes fugir de ti. Jura-me a tua presença, o teu sorriso e o teu abraço, sempre que sentir o meu mundo desmoronar-se. Deixa-me viver por ti e para ti. Sê a minha alegria, a minha solução rejuvenescedora. E, sobretudo, não me deixes cair. Garante-me que estarás lá para esticar a mão e ficar encarregue do meu salvamento. Nenhum penhasco nos irá separar.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Insónias

Por trás das insónias existe sempre uma razão. A minha reside num ser que me deixa desolada por se mostrar cada vez mais distante. Quero-te para mim.


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Querido anónimo, acho que devias usar o teu precioso tempo para meteres o bedelho na tua vida e esqueceres a minha, ok? Tenho pena de ainda haver gente como tu!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Exames

Esta semana os livros ocupam-me por inteiro, desculpem. As minhas vindas ao blog vão ser raríssimas, e para a semana que vem talvez também. Mas prometo estar aqui em peso no tempo de férias. Para quem está na mesma situação que eu, bom trabalho! Tenho a certeza que o esforço será recompensado **



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ânsia

Confesso ceder muito facilmente a bons sorrisos. A alegria dos outros incide que nem um reflexo na minha aura espiritual, que se multiplica. Um toque, por mais minucioso que se demonstre, reage em mim, criando vulcões internos, cuja lava ardente me penetra o coração. Apaixono-me num segundo por tudo o que vejo. Sou capaz de me render a um olhar que só ele possui e que tende a cravar na minha memória. Ai, e o quanto eu gosto que ele me olhe assim, pedindo conforto tão subtilmente... A lava torna-se numa amálgama de sensações e mistérios que insistem em permanecer inconscientes. Assim, sem pensamento certo, o devaneio decide parar por ali, espreitar à janela e encontrar-se com aquele castanho profundo dos seus olhos. Por entre marés ele se esconde, à espera que me decida aproximar, para curar a sua ânsia. Não me canso de passear pelos recantos daquela selva incidente, para onde me tentam levar. Mas entre aqueles que me puxam, é contigo que eu decido ficar. Atenciosamente, os nossos lábios tocam-se, pondo o meu mundo turbulento no lugar.


terça-feira, 5 de junho de 2012

"O que é Amor?"

"O amor é a alegria do corpo sem vergonha de amar, é tudo aquilo que um dia ganhamos coragem para ser, é a mãe a embalar os sonhos de um filho, é uma casa onde a ternura quer morar para sempre. O amor é tão fácil e tão simples que até se torna difícil."
José  Jorge Letria


Não diria melhor. Bom era que Portugal se orgulhasse de ter escritores assim, tão talentosos, e não que passasse a semana inteira a lamentar-se pelo resultado do jogo da Seleção. Os valores da sociedade andam todos virados do avesso, é triste! 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

E que a nossa união não permaneça apenas nos bons momentos, que dure sempre ♥♥♥


terça-feira, 29 de maio de 2012

Meu íman

Aprisionas-me o coração, ocupas-me a alma. Fazes-me suplicar por notícias tuas a cada escasso minuto que passa. Deixas-me feliz por cada sorriso, por cada beijo ou elogio teu, fazes-me agradecer sempre que te tenho a meu lado. Ao mesmo tempo, metes-me numa encruzilhada toda a vez que me deixas sozinha. Sei que nunca te direi que não, por mais que queira. Transformas o meu mundo em algo lindo, és o meu sorriso. E gostar tanto de ti não passa de um engano, por mais que não o consiga evitar. Se me fazes tão feliz, por que razão te irei recusar? Mas enfim, o mundo não foi feito para te ter para mim. És o meu fruto proibido. Só te peço que não fujas da minha vida, seja de qualquer forma que faças parte dela. Quero-te para mim, nunca o desmentirei.  O meu querido íman... Somos como dipolos elétricos em moléculas covalentes - e ai, cá estou eu a enterrar-te na escola, para ver se não me ocupas mais o coração. Gosto de ti, por mais difícil que seja a nossa realidade. Hoje vivo do nosso universo paralelo. 



Desculpem a treta que o texto acabou por ficar...

Hoje tinha mesmo de soltar alguma coisa.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Confunde-me a mente, afeta-me o coração

Hoje, as emoções contraditórias não me largam. O minha mente entrou em metamorfose. Oxalá saia daqui uma majestosa borboleta, que a larva que reside não me agrada nada!


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Coleção de Cromos

O individualismo não se caracteriza maioritariamente pelo egoísmo que carrega consigo. Está cada vez mais presente e é cada vez mais relevante. Hoje, sei dizer que fazemos da nossa vida realmente nossa e, se partilhada, com muita prudência. Afirmamos-nos como seres limitados, no entanto conscientes. Sabemos amar no nosso íntimo e guardar esperanças. Mas o individualismo não fornece qualquer tipo de transparência, nem a nossa nem a dos outros. Vivemos num bloco segregado de comentários moralistas e inoportunos, e por isso nos fechamos em mundos. No entanto, temos permissão de sentir o sofrimento e mágoa dos outros, como se uma nuvem escura e carregada de chuva nos atingisse também. Somos humanos, emocionamos-nos e não conseguimos ficar indiferentes a situações delicadas. Se ao meu lado choram, não hei-de rir, por mais diferente de mim que sejam. Não viemos ao mundo para sobreviver; fomos criados para formar uma vida com todas as quedas e motivações que esta exige. Por isso, somos uma coleção de cromos, e não alguns repetidos, que devem ser postos de lado.


segunda-feira, 21 de maio de 2012


Nunca ninguém me surpreendeu tanto quanto eu. Realmente, que me deu para não acreditar no que me preenchia a alma? Mas houve alguém que continuou com o nervosismo contido no peito. Obrigada por me deixares assim tão fora de série, meu menino.





terça-feira, 15 de maio de 2012

Petit rêve

Espero que não te importes, mas requisito-te todos as noites nos meus sonhos. Acordo sem saber se estavas realmente comigo, se foram vindas de ti aquelas palavras em sussurro de que me dei conta. Passaste a uma realidade um pouco à parte, a um mundo reservado. E dizem que, quando sonhamos com alguém, deve-se a essa pessoa ter adormecido a pensar em nós. Será que sim? O meu coraçãozito acena com toda a certeza e hoje mantenho-me do seu lado. A razão não pode vencer todos os dias, não é assim?


segunda-feira, 14 de maio de 2012

The easiest thing

Fácil? Fácil é amar-te, quando há tanto para gostar.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pinceladas

Como numa pincelada de um artista, sinto finalmente que a nossa tinta se desvaneceu. É bom, muito bom. O ar já está mais leve e os olhares que trocamos não têm aquela intenção de peso como os de outrora. E os sorrisos, bem, esses estão mais sinceros que nunca. A sensação de me sentir sem tabus, manhas ou preocupações e poder sorrir-te sem problema agrada-me bastante. O nosso quadro levou das pinceladas mais bruscas, leves e até bem agressivas que um pintor lhe poderia dar, mas esta obra de arte secou, e agora realmente se observa o valor que ela tem. Por vezes, é preciso irmos contra a parede imensas vezes, até entender qual é o caminho. Não me arrependo das vezes que fomos contra ela, porque nos serviu de lição. Deixas-me feliz assim, pouco dizendo,mas revelando um sorriso que tudo diz. Cada vez me sinto mais "a tua menina", "a tua paixão", como repetias vezes sem conta. Estou feliz por saber que estás feliz também, obrigada.


sábado, 5 de maio de 2012

Sereno serão

Deixei-me estar assim, num estado um tanto questionável. Com a mente vazia e os olhos semi-abertos, pouco brilhantes. Ao mesmo tempo que apertava a almofada, interrogava-me inúmeras vezes, sempre pouco confiante, "será que devo?". A janela aberta trazia-me uma brisa que me acariciava o rosto e, simultaneamente, me dava arrepios. Lá fora, ouviam-se os risos dos meninos da escola, sempre de um lado para o outro, gozando a sua energia e ingenuidade. De certa forma, tudo isto se refletia em mim com alguma tranquilidade, embora os arrepios me trouxessem uma grande saudade de abraços reconfortantes. Mas a questão permanecia sem resposta. Lá bem no fundo, estava consciente de que, mesmo estando serena o dia inteiro, nunca me iria decidir. Sabia que nem o sono me traria solução, precisava de consolo. Consolava-me a minha poltrona macia, a minha manta fofinha, o meu gato maltês, sempre prontos para me ouvir a lamentar.

Já tinha saudades de escrever assim, a partir da minha essência...


terça-feira, 10 de abril de 2012

Os gritos das marés

Por vezes, a vontade de continuar a minha marcha falta. Lutar contra o que quero, contra o que o coração insiste é, de tudo o que alguma vez me propus a fazer, a tarefa emocional mais complexa, resistente e difícil. Os meus olhos escondem, enquanto os músculos faciais tendem a mostrar a tristeza que trago por me sentir pouco orgulhosa. Se já venci tantas lutas tão mais difíceis, porque não conseguirei vencer esta? Mas a esperança escasseia... quer eu queira, quer não. E não me venham dizer para ter calma, não me venham dar esperança, pois esta é uma meta que apenas atingirei sozinha. Remediar um tamanho "erro" não é nada claro; tem até tendência em tornar-se escuro que nem uma nuvem num dia excessivamente chuvoso. Anseio então pelo dia em que aparecerá o tal Sol radiante acompanhado por um sorriso rasgado no meu rosto, tem feito falta. E as marés dentro de mim continuarão revoltosas, gritarão para eu voltar e, aí, eu direi que não. Não voltarei para elas nem para ninguém, por mais que isso me agrade.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Hoje estou assim...


Com vontade de afogar as mágoas na escrita, mas sem saber o que dizer.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Há tanto tempo que não me sentia assim!

E o stress? Bem, ele lá se vai indo. Cada vez se dispersa mais, como se antes se tratasse literalmente de uma nuvem carregada e negra. Agora os sorrisos vão e voltam com mais frequência e os abraços andam soltos. É bom suspirar de alívio e sentir-me descansada, contente e pronta para tudo o que a vida traz. Estabeleci uma meta e o sentimento de a atingir não poderia ser mais recompensador. Sinto-me feliz e ninguém conseguirá tirar esta felicidade que se vai propagando em mim. Até já falo do passado com orgulho, até já sei desprezar quem antes, estando cega, venerava. Não suspiro, neste momento; apenas grito baixinho toda a alegria que trago cá dentro.



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sentidos em conflito

É difícil de aceitar a necessidade de amor que persiste. Olho-o tentando omitir qualquer tipo de sentimento, quando, na verdade, a vontade de o abraçar é tanta, que se desfaz em silêncios profundos. Preciso de cessar o espaço no coração que permanece em sua homenagem. A alma vagueia tentando dissuadir esta ideia de o ter de novo. A cabeça esclarece a razão, mas o coração está cego. Já não quer saber de erros, consequências ou falhas, só planeia ser amado. Mas engana-se sempre que volta aos batimentos ternurentos, cheios de nostalgia. A ilusão apodera-se do desenho que a mente insiste em traçar, com linhas curvas e traiçoeiras, sem rumo nem destino. A grafite do lápis dá inúmeras voltas sobre si mesma, e até o papiro se revolta. Desfaz-se assim, sem mais nem menos. Enunciava que não tinha a intenção de causar uma outra esperança sem fundamento. Os lápis de carvão caíam da mesa, provocando uma enorme desordem no quarto. Percebia que o corpo reagia à minha pouca intuição no amor e não acreditava mais nos meus instintos de amante persistente. Já sei, já sei... Agora a razão governará a mente e o coração será posto de lado.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Respirar fundo

Um suspiro de alívio sabe sempre tão bem! E estes três diazinhos de férias vão cair que nem ginjas, embora tenha muito trabalho por fazer.



Bom Carnaval, arranjem um tempinho para se divertirem ;)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Otimismo

Os resultados vão chegando e eu não poderia estar mais contente! Todo o esforço vai sendo recompensado e, assim, lá vai o coração perdoando o cérebro por outras alegrias de que o privou. No fim, a recompensa é enorme. Contudo os testes ainda não acabaram e há muito por estudar. Amanhã é de Matemática... Passei o fim de semana e a tarde de hoje a dar volta aos raciocínios e penso que já está tudo no sítio, pronto para entrar em ação e deixar-me orgulhosa. Entretanto, ouvir elogios dos setôres vai-me enchendo a alma, era mesmo disto que precisava!


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Tédio constante

Ultimamente, o tema tem sido sempre o mesmo... Testes para aqui, testes para ali (...) e não passamos disso. Acho que estou a ficar um pouco monótona, mas é a particularidade da típica rotina. E vocês, já começaram os testes? Correram bem? Desejo-vos muita sorte e que tentem arranjar vontade para estudar em algum lado. Olhem, eu inspiro-me nas leituras que faço e que me têm dado muito jeito. Confesso que a saudade de escrever me domina o espírito totalmente, mas não encontro tempo de o fazer. Muitos beijinhos para vocês ** Prometo que vou dando notícias!


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

True Love

Os meus dias ultimamente têm sido bastante estrondosos em termos escolares e emocionais, ando com imensa carga atrás. A minha disponibilidade vai reduzir, também porque os testes estão a chegar. O stress recomeça a muitos níveis e eu não tenho nem cabeça para nada. Desculpem-me! Assim que poder dou cá um salto. Agora deixo-vos com estas pequeninas riquezas que já dizem coisas tão lindas. Boa noite, bom fim de semana e boas aulas.



Beijinhos, a vossa blogger, Joana **

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Profundamente Azuis #2


E à medida que o tempo ia passando, ela preocupava-os cada vez mais. Mesmo sem saber, geravam-se imensas conversas entre o seu círculo de amigos, que revelavam uma honesta vontade de a ajudar.
Certo dia, um dos seus amigos mais próximos decide aproximar-se da sua carinha triste, levantar-lhe o queixo, e falar com ela.
- Teresa, é hoje que me vais contar o que se passa?
- Oh, não sei… Não te quero preocupar… A época de exames vai começar e tu tens mais com que te importar…
- Ouve, eu é que sei com o que me preocupo e quando o faço. E, neste momento, o que me importa és tu e o teu bem estar. Estaria muito mais preocupado ao ver-me sem nada poder fazer para tratar desses olhos chorosos! – respondia ele, quase como se tratasse de uma justificação.
- João, não vale a pena… Eu agradeço-te por te importares, mas não quero mesmo ser um peso para ti… - repetia Teresa, sempre hesitante. 
- Por favor, fala comigo. Essa tua maneira de estar e ser todos estes dias seguidos está-me a deixar mesmo fora de mim! Não falas connosco, foges de tudo e já nem pareces a mesma nas aulas. Quero ajudar-te a formar um novo sorriso. Só te peço uma conversa Teresa, uma conversa. Será pedir muito?
Ela não lhe respondeu. Limitou-se a abraçá-lo e, sem dar por isso, iam-lhe caindo lágrimas dos olhos. Tal demonstração de tão tamanha amizade comoveu-a bastante. Sentia de novo o coração cheio, embora desta vez fosse de um carinho tão sentido como João o sentia. Não queria falar, ela só queria agradecer-lhe sem palavras.
- Não quero que te sintas obrigado a nada, João. – insistia ela mais uma vez.
- Por esse abraço tão necessitado, só me fizeste ter mais certezas de que precisas realmente de uma ajuda como a que te quero dar, sincera. Então vá, conta, prometo guardar para mim e proteger-te de tudo.
- És realmente alguém de outro mundo. Nem sabes o quanto te agradeço por todo o apoio, a sério.
Ainda perdida em algumas lágrimas, começou-lhe a contar toda história em que se sentia encurralada. O amor que outrora havia era tão evidente que até João conhecia. Ele sabia bem reconhecer o sentimento dela, de ter perdido a sua alma gémea. Percebia o sofrimento, mas queria vê-la livre dele.
No dia seguinte, a terapia de uma conversa bem acompanhada de conselhos surtiu efeito. Os suspiros eram menos e mais curtos. A vontade de seguir em frente tinha finalmente nascido. Teresa entendia agora o quanto uma conversa destas a teria livrado da assaz mágoa sentida em todos os pontos da sua mente e coração.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Profundamente Azuis #1


Por mais invulgar que parecesse, não passava de um coraçãozito de flor murcha. Esperava por alguém que o reanimasse, fazendo-a sorrir. Teresa queria voltar de novo à felicidade que um dia havia vivido. Sabia, contudo, que com ou sem a sua alma gémea, teria de continuar o glorioso caminho percorrido até agora. Pedia, inconscientemente, um retorno à emoção, à sensação de coração cheio, ao calor da sua alma. Chorava ansiando mais um carinho, mais um sinal dele. Mas não valia de nada. Vivia os dias de escola com um sentimento de revolta que não ia embora. Dignava-se a observá-lo enquanto ele percorria os imensos corredores, desejando, ao mesmo tempo, estar a seu lado para lhe poder agarrar a mão com muita força e impedi-lo de ir embora. E o quanto ela sofria… O que lhe doía mais era o facto de ele nem sequer ter a amabilidade de a olhar nos olhos. O simples movimento que ele fazia ao baixar a cabeça, destruí-a por dentro. Dava pena de ver a sua reação naqueles olhos azuis profundos. Teresa lutava com imensa força para superar tais sentimentos e ânsias, mas parecia nunca chegar. Custava-lhe ter, simultaneamente, vontade de não o amar e de o amar no seu íntimo. As lágrimas não conseguiam afogar toda a mágoa. A névoa no céu era incapaz de, alguma vez, lhe apagar as recordações que ele trazia tatuadas no seu ser. Contava, agora, com o tempo, o seu amigo e conselheiro, que a ajudava a carregar as pesadíssimas recordações.
Não pretendia preocupar os seus amigos com tais histórias e dramas, pensava ela. Não via em si nem nas amizades que suportava motivos para partilhar tristezas, nem mesmo como método de aconchego ou forma de cicatrizar feridas. E tão enganada que esta doce menina estava... Tão inocente, tão ingénua para o mundo em que vivia. Precisava de alguém em quem confiasse, de uma boa conversa e de um abraço amigo. Mas nem ela sabia disso. Teve, no entanto, a sorte de trazer com ela uns amigos de grande coração, sempre com algum espacinho para ela ocupar. Preocupados, amáveis, uns doces. Tão bem que ela os sabia escolher.

(Estive imenso tempo à procura de uma imagem que ilustrasse realmente este texto, não encontrei nenhuma e ficou esta, desculpem a qualidade. Gostaram? Espero que sim! Prometo-vos algo que vos envolva e vos deixe ansiosos pelas próximas partes! Beijinhos e boa semana **)

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sondagem

Como vocês decidiram, irei começar a escrever um conto. Tudo isto para vos poder deliciar e envolver numa história surreal, inventada por mim. Hoje já não volto cá, passei o dia a fazer trabalhos da escola, unff! Amanhã pode ser que o comece, pode ser que os livros me dêem uma pequenina folga e a vontade me empurre até ao computador. Tenham um resto de bom fim de semana e, se puderem, livrem-se rapidamente dos livros e divirtam-se, que já basto eu para queimar pestanas.