sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Só para dizer que...


... há dias em que te quero só para mim.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

CAROS ARTISTAS

Para aqueles que não entendem ou não vêem sequer a parte final do meu blog, eu repito:
"Tudo o que aqui escrevo é da minha autoria. Frases, textos (...) que não forem meus, estarão devidamente identificados com aspas e/ou em itálico. As imagens aqui presentes foram tiradas deste grande mundo que é a Internet. Se gostam realmente dos textos e os querem publicar em alguma página vossa, gostaria que os identificassem com o meu nome e pusessem também o link do blog (se fizerem intenções de usar algum dos textos, peço que me avisem antes). Obrigada e desculpem qualquer coisinha, Joana."


Acho uma tremenda falta de respeito as atitudes de quem continua a violar direitos de autor. Para além disso, onde anda a vossa originalidade? Eu só peço que a minha seja valorizada e respeitada, tanto quanto eu faço com a vossa! É mesmo triste ver as nossas frases "mal tratadas" e postadas em redes sociais para, vá lá, vencer a "corrida de quem obtém mais likes". Sinceramente, à gente mesmo sem valores! 
Por fim, obrigada a todos aqueles que ainda têm um pouco de decência.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Se o céu é o limite

Se o céu é o limite, então nós já o ultrapassámos. Não vimos barreiras e continuámos a nossa marcha sempre no mesmo registo, da mesma forma, sem pensar. E agora que me ponho a tentar compreender tudo, acho que nos dividimos por equipas: eu na minha, tu na tua. Por conseguinte, nunca seremos um só. Teremos sempre contradições, desentendimentos que, por mais que não queiramos, irão magoar e deixar feridas abertas. Parece-me que existem muitas por sarar e, enquanto o jogo não começar, os muros finalmente construídos serão entre nós. Estes impedirão qualquer tipo de perdão ou remorso. E aí a saudade se vai lançar. Vai correr com tanta velocidade, que não lhe restará força para subir a barreira. Vai cair, despedaçar-se e pedir ao céu que a largue. Suplicará aos deuses por uma segunda chance, mas nunca a terá. Notarás a minha ausência, isso eu garanto. Irás querer que o muro caia, mas eu não vou deixar. Irás querer-me de novo, mas eu não vou voltar.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Rotina vs Paixão

É engraçado como esta condicionante consegue ser assim tão forte, e o valor depreciativo desta frase também. No seu mais esbelto valor figurativo, dava à rotina um temível aspeto de papão e mal feitor. E que grandes garras! Elas traçam os maiores arranhões, estragam as fibras do tecido e acabam por fazer com que se rasgue. Soltam a sua raiva sem qualquer tipo de intenção, fazem-no inconscientemente. Separam-os. A paixão abre asas e foge. Foge do bicho papão, foge dos medos e confusões. Nunca teve tão grande adversário. Este, não lhe deu sequer tempo para parar e suspirar beeeeeeeeeeeeeeem fundo. A verdade é que não suportou tanta pressão, tanto assunto, tantas razões que acabaram por derrotá-la. Destruíram um amor, mais uma história, a história de alguém. E continuarão a fazê-lo. Esta bruxa de verruga de nome rotina, nunca se cansará de quebrar os voos de dois pequenos e inocentes passarinhos. Pode ser que alguns arranjem força e coragem para enfrentá-la e acabarem com ela de vez.


Já agora, um bom dia 11.11.11, sejam felizes!