terça-feira, 31 de julho de 2012

I'm sorry I miss you

Engraçado como não sei pensar em ti sem recorrer às enormes saudades que sinto. Desculpa esta minha enorme vontade de estar constantemente a teu lado. Mas tu, bem... tu és tão meu!


Já tive a possibilidade de seguir uns tumblrs de alguns bloggers que têm deixado os seus links nos blogs, mas gostaria que todos aqueles aqui da blogosfera que têm tumblr deixassem os seus links num comentário para eu os poder seguir. Deixarei também aqui em baixo o link do meu.
Espero que esteja tudo bem convosco! Boas férias a todos ♥♥♥

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A nossa savana

Cheguei de mansinho e sussurrei-te ao ouvido. Éramos felizes. Davas-me a possibilidade de um aconchego cada vez mais quente todas as noites em que me deitava a teu lado, de rastos, depois de mais um dia apressado. Deliciava-me lutar contra o tempo só para chegar perto de ti e sentir aquele teu olhar carregado de amor. Acariciavas-me todas as manhãs e fazias de mim tua rainha. Meu abrigo, meu amor, minha vida. E amava-te eternamente, mesmo que isso implicasse apreciar o jeito indelicado com que por vezes me magoavas. Mas, todas essas vezes, o teu arrependimento multiplicava-se no medo que demonstravas em me perder. Ansiava pela nossa eternidade, pelos nossos lençóis desarrumados e os risos abafados na pele de cada um de nós. O piano embalava o nosso sono, à medida que, de um jeito majestoso, colocavas os teus braços à minha volta. E mordia-te os lábios só para que me dissesses uma vez mais que era eu a tua leoa, que a nossa savana era a mais bonita de todas e que um dia teríamos por aqui um maravilhoso Simba, saltitando e fazendo com que o amor existente nos nossos serões triplicasse. De volta à minha realidade, eu lá suspirava, desejando que um dia fosses mais que um sonho.


sábado, 28 de julho de 2012

Keep marching on

Talvez não te saiba apreciar. Provavelmente, vejo em ti o meu reflexo de há uns tempos rasgados de insónias. Soube ser rejeitada sem sentir a pena vinda de quem mais queria e, por agora ver em ti tal emoção, sinto que também deverias trepar todas aquelas montanhas, descer as vertentes só para poderes chegar à meta que hoje alcancei. Quero que me conheças e só o conseguirás se passares por mim, vindo pela ruela feita de curvas que te deixarão tão zonzo, que dificilmente acharás força para marchares de novo. Se o fizeres, estarei ali, à saída, esperando para te felicitar.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Feliz dia!

"Feliz dia do escritor para quem escreve o que sente e não o que as pessoas querem ler. Feliz dia do escritor para ti que vomitas toda a tua dor nos teus textos e que pedes o coração dos teus leitores emprestados para desabafar. Feliz dia do escritor para quem sabe que escrever é como dar um banho à alma."

E aqui vai também o meu sincero agradecimento àqueles que me têm emprestado os seus corações sem pedir nada em troca. Obrigada leitores, seguidores, bloggers e feliz dia a todos ♥♥♥♥♥♥♥




terça-feira, 24 de julho de 2012

Le me every day

Entre todos os bloggers, serei apenas eu que me identifico totalmente com isto?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Querido tempo

Vou esperando que o tempo faça das suas. Entre manhas e desvios, lá ele vai conseguindo fazer uma dança que me embala o pensamento, esfria o coração e enche a memória de neblina. Entro em metamorfose pedindo, sem descanso, por mais. E oh, que bom amigo que ele é! Não me deixa nem um segundo e faz de mim mais feliz à medida que passa. Incapacitada, vejo-o passar por mim varrendo os estilhaços das jarras metaforicamente partidas e ajustando pedaços de corações desfeitos. No que toca a impedir tristezas, é inapto; à medida que as observa, é apenas capaz de lhes oferecer um caminho a seu lado, de mãos dadas, e deixá-las passar.


terça-feira, 17 de julho de 2012

Acompanhada pela chuva

E quando não te tenho é que sinto realmente a tua falta. Prendias-me a um pequeno círculo caseiro e fazias do cortinado meu parceiro. Sentava-me ofegante, ansiando que me varresses a dor do coração. A cada pingo, mais uma emoção. A cada minuto, mais uma escolha que se tornaria numa controvérsia se um outro minuto passasse. Abrandavas a tua corrida como se nada te impedisse; e ali estava eu, encostada ao parapeito, refém da tua companhia. À medida que o céu escurecia, mostravas-te frustrada, chorando pelas ruas e afogando as folhas caídas, vítimas das tuas lágrimas que desciam a ladeira como se de uma frágil face se tratasse. E sentias-te só, embora estivesse ali eu mais o meu cortinado, desfrutando do teu reboliço. Quando por fim encerravas a fúria dos céus, sabia que estava na hora de também eu acabar com o meu alvoroço de coração. Entretanto, sobrevivia, esperando que me visitasses de novo.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cansaço descordenado

O cansaço depende de inúmeras variáveis e assume a figura de um padrão matemático. Dividem-se esforços e somam-se angústias. Contêm-se palavras e multiplicam-se emoções. Eu opto por assumir uma outra personagem, tornando-me indecifrável. E é aí que a Matemática e o Teatro se tornam áreas que nunca se conciliarão, porque enquanto não descermos deste palco e não despirmos as personagens, o nosso um mais um será sempre igual a dois. Incompatíveis, nunca seremos um.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Oh, my lord...

Quando me sentir com forças, voltarei a escrever para ti. Hoje calhou-me, definitivamente, um dia não.


domingo, 1 de julho de 2012

Julga-me

Talvez me sintas como garantida, por te amar tanto e não te querer perder. Achas-me incapaz de trespassar setas ou mesmo de me dar como pouco vulnerável. Então julga-me, julga-me de novo e não sejas brando. Faz com que me perca em críticas como se de um labirinto se tratasse. Insulta-me. Deixa-me alcançar a exaustão e não me dês rédea curta. Senão, deixa-me partir. Liberta-me do teu ser. Destrói esta ligação que nos une como duas pétalas. Rejeita o que construímos com convicção. Devolve-me as asas que me roubaste. Deixa-me ser livre de espírito, que a consciência ligar-se-á sempre a ti. Solta-me para que corra e roube o infinito. Abandona-me ao luar, permitindo que a lua me acompanhe. Deita-me abaixo com discursos pouco congruentes. No fim de tudo, percorre o trajeto das minhas lágrimas e aquece o universo para as secar.