sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Thanks ♥
Seguidores lindos do meu coração, chegámos finalmente aos 100! Tenho muito de vos agradecer por todo o carinho e atenção que dedicam a este espaço que é muito vosso, mais vosso que meu. É para vós que eu escrevo, sempre com intenção de vos oferecer uma boa leitura e às vezes uma pequena reflexão. Gosto imenso de vocês e prometo tentar estar mais atenta a qualquer pedido ou conselho vosso. Desde já, desejo também um óptimo 2012, que tenham um ano excelente! Sejam felizes e tentem sempre contornar o "estado emocional" da crise que continua e se vai agravando, porque não é por terem de andar mais contidos que vão deixar de estar com aqueles de que mais gostam e de fazer o que verdadeiramente vos completa. Entrem com o pé direito num ano muito pouco ansiado por todos, mas que também deve ter a sua importância. Nunca se esqueçam que a alegria tem sempre lugar no vosso quotidiano e que nada o vai mudar.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
"(...) keep your head up"
Não poderia estar mais de acordo com este pequenino texto que vagueia pela Internet... Sofremos bem mais por nos deixarmos ir abaixo do que, de facto, darmos importância ao que nos dizem para nos fazerem sentir mal. O que interessa é a atitude que tomamos, porque a atitude comanda a vida. E como dizem os senhores do Martini, "Luck is an Attitude". A sorte não aparece assim por magia, é preciso aprendermos a criá-la.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Feliz Natal
Sem mais demoras nem manhas, queria realmente desejar a todos os leitores/seguidores do esticar o polegar um Natal recheado de felicidade e alegria. Não são precisos muito presentes para terem um maravilhoso dia festivo, é sim precisa a companhia dos que vos são mais queridos. Desejo realmente que vos ofereçam uma grande dose de risos e sorrisos, e uma mão cheia de saúde e bem-estar. Feliz Natal a todos!
Um beijinho grande da blogger que vos quer tanto bem, Joana.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Do pormenor à vida
Hoje acordei com uma enorme vontade de me envolver em pensamentos profundos. Apeteceu-me entrar numa área mais complexa, com mais conteúdo para entender e ainda mais curiosidade em descobrir. No meio de tanto dito e desdito, apercebi-me que existe ainda um outro ponto de vista em relação a chorar em público, no meio de muita gente. As vozes apontam para que o sujeito tenha de sentir vergonha, vergonha de si próprio, vergonha de se expor daquela maneira a pessoas que nem sequer conhece. Pois eu vejo de um outro lado. Penso ser precisa imensa coragem para assumir os seus sentimentos em frente de tanta gente. Quando isso acontece, está a haver uma confissão silenciosa, que diz «sim, eu também sou humano». E não há vergonha em ser humano. Todos nós temos emoções que por mais ou menos felizes, tristes ou confusas que sejam, têm de ser vividas, compreendidas e ultrapassadas. Basta saber como. Temos de aceitar os nossos erros, valorizar as nossas realizações e compreender as diferenças.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Cúmplices
A simpatia revela-se nos momentos mais comuns, a amizade descobre-se dentro das gavetas mais complexas de uma relação. E o amor? Bem, esse vai chegando... Até que um dia ele domina o teu coração. Faz-te cometer loucuras e ensina-te a pensar mais vezes em ser feliz. Desperta sorrisos enormes, solta disparates da tua boca. Amar e ser amado é algo maravilhoso! O amor verdadeiro revela em cada um qualidades escondidas por uma eternidade, o que é muito positivo. Motiva-nos, dá-nos vontade para acordar todas as manhãs com os melhores pensamentos e ideias. Na minha opinião, faz de nós muito mais criativos. A verdade é que, quando estamos apaixonados, estamos bem e, quando estamos mesmo bem, estamos sempre no nosso melhor. AAH!, importante referir também a grande cumplicidade criada que nos parece sempre tão mágica e quase de outro mundo. É muito bom poder partilhar uma vida com alguém como se de cúmplices se tratasse. Almas gémeas, por vosso bem e inveja dos outros, considerem-se sortudos a uma grande escala, porque realmente são!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Caí na realidade, já é tão evidente....
mãe: «Joana, que se passa com o teu telemóvel, está desligado?»
eu: «Não mãe, porquê?»
mãe: «É que nunca mais o ouvi tocar.»
Difícil, difícil é escondermos as saudades. Saudades de pessoas, de conversas e até da cumplicidade perdida. E pior ainda é enganar-mo-nos a nós próprios. É preciso alguém notar numa diferença de comportamento ou hábito para percebemos o quanto sentimos falta de episódios do passado. Quando pensamos muito nisso, achamos até que fazemos tudo errado e estas saudades são apenas um castigo. Será que são mesmo? A verdade é que até comentários, por mais simples ou inocentes que sejam, nos afetam tanto como este me afetou a mim. Não é pela maldade de quem o disse, mas sim por nós entendermos perfeitamente o porquê deste sentimento que se instala. É triste, mas é só uma fase.
PS: Peço desculpa pela falta de inspiração, só queria mesmo partilhar isto convosco. Daqui a uns dias trago boas notícias **
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Diferente rumo
Desencontros apagados, sem cor, sem vida. Sacrifícios achados e olhares perdidos. Tudo isto destinado, tudo isto com uma razão de ser. Não é por acaso que às vezes nem vontade tenho de te encarar. Gostar de ti, no meu ser, é entrar em pânico sempre que te vejo. E porquê? Porque não sei o que fazer se vieres ao meu encontro. Temo não pela tua reação, mas pela minha. Fazes-me sentir sem força nem vontade de encarar as peripécias que me aparecem no caminho. Fazes-me querer chutar todas as pedras soltas da calçada, dás-me vontade de andar à chuva só para sentir aqueles arrepios frequentes que me despertam pela manhã. Mas às vezes até agradeço por me teres tirado assim tanto fora de mim... Descobri uma pessoa diferente, cheia de garra e vontade de viver, ultrapassando todos os obstáculos. Aprendi contigo que a teimosia até pode ser uma virtude. Agora sou teimosa ao ponto de sofrer por continuar a gostar tanto de ti!
"HATE IS EASY; LOVE TAKES COURAGE."
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
CAROS ARTISTAS
Para aqueles que não entendem ou não vêem sequer a parte final do meu blog, eu repito:
"Tudo o que aqui escrevo é da minha autoria. Frases, textos (...) que não forem meus, estarão devidamente identificados com aspas e/ou em itálico. As imagens aqui presentes foram tiradas deste grande mundo que é a Internet. Se gostam realmente dos textos e os querem publicar em alguma página vossa, gostaria que os identificassem com o meu nome e pusessem também o link do blog (se fizerem intenções de usar algum dos textos, peço que me avisem antes). Obrigada e desculpem qualquer coisinha, Joana."
Acho uma tremenda falta de respeito as atitudes de quem continua a violar direitos de autor. Para além disso, onde anda a vossa originalidade? Eu só peço que a minha seja valorizada e respeitada, tanto quanto eu faço com a vossa! É mesmo triste ver as nossas frases "mal tratadas" e postadas em redes sociais para, vá lá, vencer a "corrida de quem obtém mais likes". Sinceramente, à gente mesmo sem valores!
Por fim, obrigada a todos aqueles que ainda têm um pouco de decência.
"Tudo o que aqui escrevo é da minha autoria. Frases, textos (...) que não forem meus, estarão devidamente identificados com aspas e/ou em itálico. As imagens aqui presentes foram tiradas deste grande mundo que é a Internet. Se gostam realmente dos textos e os querem publicar em alguma página vossa, gostaria que os identificassem com o meu nome e pusessem também o link do blog (se fizerem intenções de usar algum dos textos, peço que me avisem antes). Obrigada e desculpem qualquer coisinha, Joana."
Acho uma tremenda falta de respeito as atitudes de quem continua a violar direitos de autor. Para além disso, onde anda a vossa originalidade? Eu só peço que a minha seja valorizada e respeitada, tanto quanto eu faço com a vossa! É mesmo triste ver as nossas frases "mal tratadas" e postadas em redes sociais para, vá lá, vencer a "corrida de quem obtém mais likes". Sinceramente, à gente mesmo sem valores!
Por fim, obrigada a todos aqueles que ainda têm um pouco de decência.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Se o céu é o limite
Se o céu é o limite, então nós já o ultrapassámos. Não vimos barreiras e continuámos a nossa marcha sempre no mesmo registo, da mesma forma, sem pensar. E agora que me ponho a tentar compreender tudo, acho que nos dividimos por equipas: eu na minha, tu na tua. Por conseguinte, nunca seremos um só. Teremos sempre contradições, desentendimentos que, por mais que não queiramos, irão magoar e deixar feridas abertas. Parece-me que existem muitas por sarar e, enquanto o jogo não começar, os muros finalmente construídos serão entre nós. Estes impedirão qualquer tipo de perdão ou remorso. E aí a saudade se vai lançar. Vai correr com tanta velocidade, que não lhe restará força para subir a barreira. Vai cair, despedaçar-se e pedir ao céu que a largue. Suplicará aos deuses por uma segunda chance, mas nunca a terá. Notarás a minha ausência, isso eu garanto. Irás querer que o muro caia, mas eu não vou deixar. Irás querer-me de novo, mas eu não vou voltar.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Rotina vs Paixão
É engraçado como esta condicionante consegue ser assim tão forte, e o valor depreciativo desta frase também. No seu mais esbelto valor figurativo, dava à rotina um temível aspeto de papão e mal feitor. E que grandes garras! Elas traçam os maiores arranhões, estragam as fibras do tecido e acabam por fazer com que se rasgue. Soltam a sua raiva sem qualquer tipo de intenção, fazem-no inconscientemente. Separam-os. A paixão abre asas e foge. Foge do bicho papão, foge dos medos e confusões. Nunca teve tão grande adversário. Este, não lhe deu sequer tempo para parar e suspirar beeeeeeeeeeeeeeem fundo. A verdade é que não suportou tanta pressão, tanto assunto, tantas razões que acabaram por derrotá-la. Destruíram um amor, mais uma história, a história de alguém. E continuarão a fazê-lo. Esta bruxa de verruga de nome rotina, nunca se cansará de quebrar os voos de dois pequenos e inocentes passarinhos. Pode ser que alguns arranjem força e coragem para enfrentá-la e acabarem com ela de vez.
Já agora, um bom dia 11.11.11, sejam felizes!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Eco na cena
Agora que navego, não encontro rumo. Tudo isto parece matéria que se desintegra, pessoa que se estraga, leite que azeda. Há falta de vontade e poucas opções de caminho. É tempo de parar e recuperar, renovar energias, tratar do desgaste. Não me encontro. Perdi-me no meio de tudo e agora procuro-me de novo. Fugi de mim própria com a intenção de fugir dos outros. Estou aprisionada e pretendo daqui sair. As loucuras de uma paixão, as perdas de uma amizade, as exclusões de problemas, que episódio mais trágico! Mas tudo se centra no mesmo palco, na mesma vida, na mesma história, em mim. Toda eu sou feita de complexos integrados e de escolhas aleatórias. Vejo-me como personagem principal num elenco com inúmeros artistas, todos eles diferentes. O furacão mantém-se, a penumbra não passa e o clamor soa na cena mais uma vez. A garganta já dói e nunca pensei ter tantas dificuldades em desempenhar um papel que, pelos vistos, parecia tão simples. Mas enfim, já estou rouca, e limito-me a não gritar mais. O som de revolta decidiu pairar no ar sem qualquer pedido de resposta.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Mistérios de uma vida
A vida corre, não espera. Vamos seguindo-a ou indicando-lhe o caminho. Mas, por vezes, temos de lhe pôr um travão. Ensiná-la a abrandar e fazê-la esperar por nós, porque, no meio disto tudo, até já nos esquecemos do que é realmente viver. Controlar emoções, conter sentimentos, juntar razões, expulsar argumentos. Viver com paixão e vontade, abusar da fraternidade e levar a liberdade ao limite. Aceitar a igualdade, ter orgulho nela e... sorrir! Sorrir porque continuamos sãos, humildes, sem preconceitos e genuínos, fiéis a nós próprios.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Here I go again
E pronto, já me mentalizei por completo que irá começar um novo ano. É já amanhã! Só espero surpreender-me novamente pela positiva e continuar com o bom trabalho. Para vocês, meus lindos, desejo também um óptimo início de novo ano lectivo e que realizem tudo o que sempre desejaram, conjugando por isso algum trabalho da parte de cada um, que é sempre necessário. Um grande beijinho para todos os meus queridos seguidores, ah, e aviso desde já que, se conseguir, posto um novo texto ainda hoje **
sábado, 10 de setembro de 2011
Sombra
Num espaço sentimentalista, ele não sente. Nega qualquer emoção. Aprendeu a esconder qualquer tipo de discórdia e não sabe o que quer. Vive porque assim tem de ser e não sabe tirar partido disso. Fala de si com apenas três palavras: «eu sou assim». Palavras estas tão relativas que deixa toda a gente com aquele ponto interrogativo desenhado na cara. Muitos dizem não saber sequer quem ele é. Alguns, mesmo que saibam, não o conhecem. Na verdade, ele nunca se dava a conhecer. Andava pela sombra e sentia-se bem assim, mesmo que não o revelasse. Era diferente, era único. Havia quem o achasse interessante. Já outros, ficavam repugnados e espantados como alguém poderia fugir assim tanto à normalidade. Não era, de todo, alguém comum. Portanto, referiam-no muitas vezes como um exemplo vivo de alguém que, por viver longe de desenvolvimentos e confusões, era tão julgado sem fazer (digamos) nada de errado. Talvez seja apenas misterioso, não?
sábado, 3 de setembro de 2011
O tal verdadeiro
Ela não tinha mais amor para dar. Assim como a água no Planeta Terra, o amor dela ia-se escasseando. Não tinha razões nem motivação para que o contrário acontecesse, deixara mesmo de o amar. Mas chorava por ele todas as noites. Como autênticos flashes, vinham-lhe à cabeça imagens, recordações de todos aqueles meses tão felizes e cheios. Todos os risos e lágrimas algum dia derramadas, tinham sido por ele. Nunca ela se tinha rendido a alguém desta forma e tido algo tão precioso na sua vida, que era ainda tão curta. E primeiro de tudo, nunca tinha amado ninguém desta forma tão bonita e gratificante. Este amor, que nem sempre permanece e nos faz tão bem, nunca é eterno. Por isso, ela diria então "Nunca ames porque amar é bonito e porque achas que deves. Quando se ama, ama-se mesmo e tem-se orgulho isso. Enche o coração de todos os que mais gostas, e nunca, mas nunca despejes o ar de feliz que os sustém contigo, porque eles amam-te de verdade, e não só por parecer bem."
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Aprende, vive, luta
Vivemos todo o tempo a tentar desvendar uma ambição para viver, uma razão de tudo isto. O mundo gira, quer a tenhamos encontrado ou não. Independente e racional. Ele cresce, evolui, muda, nunca pára nem espera por ninguém. Apanhamos o comboio à hora que estivemos despachados da última viagem e preparados para a seguinte. Ficam as lembranças. Insensível a essas tais, ele continua no seu movimento, sem retorno. E agora eu peço, aprende a viver. Ergue-te mesmo sem forças, luta por tudo sem nunca desistir. Faz de obstáculos, benefícios para ultrapassar todas as desavenças que encontrares por entre cada viagem. Rema contra a maré. Apenas porque, no fundo, não querem tudo de nós, só querem o que não podemos dar. Espicaçam-nos a toda a hora para sermos diferentes, melhores, para nos distinguirmos perante milhões, mas a verdade é que poucos o conseguem. Por isso mesmo peço para te ergueres. Demonstra realmente quem és e pelo que lutas. Esforça-te e, no fim, basta venceres. Celebra; nunca fugiste à realidade e permaneceste genuíno.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Tenho frio.
Não é que trema pela temperatura ambiente estar baixa, mas tenho frio. Sinto falta daquele abraço que me apertava assim que eu me sentia desconfortável, do olhar que lançavas e do quanto me deixavas segura. Eu sentia que poderia fazer tudo enquanto estivesses por perto, sabia que não me deixarias falhar. Eras o meu peluche aconchegado dos 6 anos, e a manta quentinha dos 60. Temia cair sempre que não estivesses comigo. Saberia que, contigo a meu lado, teria quem me segurasse assim que o equilíbrio fugisse. O meu sorriso surgia quando sentia a tua mão a aproximar-se da minha e só ia embora quando me largavas. A felicidade eterna permanecia no nosso sempre, que não tinha qualquer tipo de fim. Não era sequer possível, pois vivíamos no sonho, vivíamos do sonho. E agora, pedia que nunca o deixasses terminar, por mais impossível que tal coisa fosse. Eu pedia que tivesses a paciência de me amar dia após dia, e apesar de todos os maiores defeitos que adquirisse ao longo do tempo. Por isso, não me deixes mais ranger os dentes, tremer e ficar de lábios roxos, abraça-me logo!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Eu nunca esqueço
Serei eu incapaz de entender todas as reacções e esquecer as desavenças? Não, eu nunca esqueço. São inevitáveis as feridas que vão ficando, retratando tudo aquilo por que já passei. O que importa é cicatrizarem e nunca voltarem a abrir. As pessoas vão e vêm, as amizades ficam sempre. Recordações de momentos que nunca mais voltaram ficam seladas na mente, incorporadas junto das cicatrizes tão pouco desejadas. Não existem esquecimentos, falta de amor para com quem merece, mas sim mudanças, que tendem a acontecer. As próprias mudanças são algo que ninguém pode mudar, porque são involuntárias. Um ser humano erra, mas também acerta. Constroem-se histórias e vidas ao mesmo tempo, tendo sempre, cada uma, a sua influência sobre a outra. Eu continuo a fugir da história, tentando viver o máximo que posso, mas nunca esquecendo. Eu nunca esqueço. Sou feita de memórias e construída por vidas. Vou vivendo da melhor forma que posso. Consumindo e correndo atrás de grandes amores que, apesar de não poderem ter o melhor fim, me satisfazem sempre. Tento sempre não esquecer ninguém e importar-me com o mundo que realmente me merece.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Day #12 - A música que te descreve.
Não ando nada inspirada, minha gente. Vou completar mais um dia do desafio, pois não tenho sequer vontade de fazer outro tipo de post. Desculpem, mas isto anda mau para estes lados! Em relação a este décimo segundo dia, achei-o deveras interessante. Não me acho alguém que dê assim tão bem para descrever com uma simples melodia ou conjuntos de palavras que combinem tão bem, mas pronto, escolhi esta. Acho a música lindíssima e a sua intérprete magnífica. Grande mulher, grande voz, magníficas prestações em todos os palcos porque já passou. Penso que conhecem a música e, se não conhecem, passam a fazê-lo. Espero que gostem tanto dela como eu!
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Há coisas fantásticas, não há?
Quando, por mero acaso, abri esta imagem num site tão comum nas navegações de qualquer adolescente, fiquei chocada. Espantei-me por estas duas simples citações se adequarem tanto ao meu estado de alma nestes dias que passam. E sim, dou-lhe muita importância, demasiada, mais do que ele algum dia me dará. Mas afinal, há alguém perfeito?
(inspiration, where are you? where did you go?)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Finalmente!
É engraçado como durante este ano que passou me senti uma daquelas teenagers das séries americanas. E, apesar de tanta depressão, tantos amores e emoções fortes, até gostei. Tomei a atitude de aprender e crescer com os erros, viver a vida, mas vivê-la bem, aproveitando todos os pormenores. Confesso que já fui capaz de achar que a minha vida tinha acabado ali, assim como tudo o que eu tinha com o rapaz dos meus olhos. Na verdade, ela acabou de começar. Enfim, vou crescendo realmente com tudo isto e desabafando com vocês ao longo do tempo, meus seguidores lindos. Há umas semanas, não tinha vontade alguma de fazer anos, mas a um dia de os fazer, não podia ter mais. É já amanhã, que sonho! Ando desesperada pela meia-noite e vinte cinco minutos, com uma enorme vontade de ouvir o caloroso "PARABÉNS!" dito pela voz dos que mais amo. E digo que, finalmente, este ano tão terrível e maravilhoso vai terminar amanhã. Contudo, refiro também com uma enorme vontade que irá começar outro que se vai ter de esforçar bastante para chegar aos calcanhares deste que passou. Quero e espero continuar a ser feliz, e o resto já não me importa!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Day #11 - A música que ninguém espera que gostes.
Apeteceu-me postar mais um dia do desafio, até porque o tenho deixado muito ao abandono. Este deve ser um dos dias mais difíceis de completar, mas, depois de muito pensar, escolhi esta música. Sinceramente, acho a letra demasiado machista e não gosto nada dela assim, mas a verdade é que até fica na cabeça. Apaixonei-me pela melodia e rendo-me sempre a uns momentos de dança. Espero mesmo que gostem!
"L.O.V.E. is just another word I'll never learn to pronounce"
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Salva de contágio
São pedaços de mim que deixei perdidos, sou eu despedaçada. Apenas como uma simples jarra que outrora continha das flores mais bonitas. Entretanto, elas já murcharam, foram deixadas sem carinho ou preocupação alguma. Já não ouvem as lamentações de ninguém, simplesmente contam com as respectivas lembranças. Foram demarcadas as feridas que não te deixam sair. A porta continua aberta, mas receio que brevemente se feche. Na dita abertura de outra, esta não encontra razões para continuar assim. É como se não mais tivesse os braços abertos para te colher e abraçar. Mas sinto que ainda preciso do tal aconchego, do tal aperto que me fazia sentir segura. No entanto, tal não me deve entrar mais na cabeça: deve-se misturar com todos os outros pensamentos e lá se dissolver. És, neste momento, o remédio tóxico de que não quero mas tenho de abdicar. Apenas como uma doença difícil de tratar, tu me pareces assim. Ficarão apenas as toxinas da tua vacina, meu amor, e nada mais. Agora que sei estar protegida contra a tua saudável virose, não me conseguirás mais contagiar.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
just you and me, baby.
"'Cause it's you and me and all of the people with nothing to do
Nothing to lose
And it's you and me and all other people
And I don't know why, I can't keep my eyes off of you
One of the things that I want to say just aren't coming out right
I'm tripping on words
You've got my head spinning
I don't know where to go from here"
(Nós poderiamos ter tudo, no entanto,
terça-feira, 19 de julho de 2011
Pequeno ponto
Fico cansada, chateada, revoltada com o Mundo. Tenho vontade de cair e ficar no chão, deitada. Não quero saber de mais nada senão da minha solidão. Desiludo-me a mim própria. Preocupo quem mais importa, faço-os perder tempo com lamentações e carinhos acrescidos. A minha desilusão aumenta. Deixo o tempo passar. Penso nele, penso em mim e apercebo-me que o "nós" desapareceu como por magia. Levanto-me e entendo que parada não continuo. Regrido um pouco, mas evoluo de seguida, instantaneamente. Já é possível desenhar-me um sorriso na cara. No fim deste ciclo, saio de casa e deparo-me com a mesma Avenida, no mesmo local. Alguns estabelecimentos novos, mas nada de mais. A população não aumenta e as nas suas caras estão ressentidas das bem demarcadas e repetidas rotinas. Penso em mim, mais uma vez, e entendo que não passo de um ponto neste grande Universo. Um ponto que se desviou pelo novo rumo do vento. Foram cruzados caminhos, linhas, que se continuam a salientar. Mas, no fim de tudo, para que importa tal sofrimento tão sentido? Cresci no meio de pessoas já crescidas e ainda outras que crescerão mais tarde. É a ironia da vida que faz o mundo girar. Amanhã, mudamos de sentido.
domingo, 17 de julho de 2011
Aquela que não perdura
(...)
E quando o seu mundo parecia estar a desmoronar-se, ela pensou no que a fazia mais feliz no meio de todos aqueles problemas. Queria, à custa toda, descobrir algo que a mantinha tão alegre e ocupada que não a deixava nem cair um segundo em si e sentir-se só. Apenas porque não precisava de mais ninguém. A dançar, ela sentia-se grande e liberta, ganhava asas. Não havia, possivelmente, outra maneira de o fazer. Tinha de o fazer ali e naquela altura. Era uma obrigação ser feliz e, só o facto de a deixar naquele estado de total desprezo para com o resto do mundo, trazia a felicidade de volta, aquela de que tanto precisava. Não importava o estilo ou mesmo o quanto tola ela parecia a fazê-lo porque, na verdade, ela podia ser tudo o que quisesse naquele tempo sagrado. A pequena menina revelou-se grande, alta, enorme, abominável, maravilhosa. Conhecia-a cheia de sorrisos e contemplei-a enquanto a música durou.
E quando o seu mundo parecia estar a desmoronar-se, ela pensou no que a fazia mais feliz no meio de todos aqueles problemas. Queria, à custa toda, descobrir algo que a mantinha tão alegre e ocupada que não a deixava nem cair um segundo em si e sentir-se só. Apenas porque não precisava de mais ninguém. A dançar, ela sentia-se grande e liberta, ganhava asas. Não havia, possivelmente, outra maneira de o fazer. Tinha de o fazer ali e naquela altura. Era uma obrigação ser feliz e, só o facto de a deixar naquele estado de total desprezo para com o resto do mundo, trazia a felicidade de volta, aquela de que tanto precisava. Não importava o estilo ou mesmo o quanto tola ela parecia a fazê-lo porque, na verdade, ela podia ser tudo o que quisesse naquele tempo sagrado. A pequena menina revelou-se grande, alta, enorme, abominável, maravilhosa. Conhecia-a cheia de sorrisos e contemplei-a enquanto a música durou.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Vontade súbita
Difícil de encontrar, fácil de reconhecer. Bastante trabalhoso e exigente para se amar, ainda mais para se esquecer. Envolto em demasiados trava-línguas e com pouca vontade de se exprimir. Desejado com saudade, ansiedade e receio. Simplesmente simples, humano. Levando uma conversa com o vento e todos os remorsos com a chuva, não importando qualquer que seja o estado de espírito. Sério nos dias de frio e engraçado quando o calor começa a apertar. Reflexo de um autêntico rapazinho da cidade. Ternurento e capaz de passar horas a acariciar a sua menina. São o retrato um do outro. Não se largaram, nunca se esforçaram para o fazer. Sentem-se felizes e completos assim e, de qualquer das formas, ninguém conseguiria destruir a sintonia já criada e bem crescida. Têm uma vida, uma história que não conseguirão mais apagar. Nem sequer pensam na vida sem o outro. É nestes momentos que penso «Também quero!».
(e não tenho vergonha de o dizer, quero mesmo!)
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Doce acordar
São duas chávenas, três canecas e quatro colheres, um conjunto que nunca foi tal coisa. Existem lençóis verdes, fronhas beges e um cobertor preto, que lembra a melancolia de um ser nocturno. E lá nos encaixamos nós dois, no meio da confusão, das diferenças. Mas eu estou cansada, tu estás exausto e, por isso, deixamo-nos cair neste monte de lençóis tricolores, às riscas e com milhentos padrões. Tão bem que os sabemos abraçar! Ansiávamos há muito por um descanso juntos que, depois de muito tempo, acabou por chegar. As tuas pálpebras desejavam, suplicavam por tal aconchego. No entanto, o meu coração sentiu um vazio. Gostava bastante do olhar que o ocupava, o teu olhar, que estava agora escondido. E a cabeça não foi menos queixosa: tinha apenas as memórias dessa expressão tão sublime e única que soltas quando sorris. Adquiria finalmente uma razão para te acordar. Não o poderia fazer de qualquer maneira, pois a minha intenção sempre foi agradar-te. De mansinho, caminhei até ao quarto do lado e trouxe o pequeno rádio que lá se encontrava. Coloquei-o ao lado do teu ouvido e pressionei o botão até que o volume da música ficasse perfeito. Queria proporcionar-te um doce e leve acordar, e acho que até consegui. Abriste os olhos, com um simples movimento de pálpebras. De seguida, espreguiçaste-te e sorriste para mim. Disseste «bom dia, princesinha» e foi aí que não resisti mais. De tanta beleza e doçura, só soube dar-te um grande beijo e responder «bom dia, meu príncipe». Agora, só me falta trazer comigo o pôr-do-sol e dar-to. Devo-te o meu amor, para sempre.
Lamento imenso as poucas vindas ao cantinho, mas estou sem internet no portátil!
Faço tudo por vos deixar mais frequentemente pedaços meus, juro.
Beijinhos grandes, meus amores.
Joana
sábado, 28 de maio de 2011
Vamos lá
Vamos... navegar. Por dentro deste mar tão duro e obscuro, que esconde uma faceta tanto ou quanto ternurenta como a tua. Imaginariamente, acolchoaremos os bancos do nosso dito barco enorme, quase tão grande quanto o nosso amor, para que possamos passar horas, dias deitados a olhar um para o outro, a lançar sorrisos, a trocar olhares. Teremos o merecido tempo para reflectir, sonhar, imaginar, rir e sorrir mais uma vez. Eu não me cansarei de olhar-te nos teus espantosos olhos, pois perco-me sempre neles com uma insaciável vontade de lá ficar. E não encontro maneira de explicar tal sede tão insaciável, simplesmente sinto algo que me sustenta, que me agarra ao teu ser todo o tempo. Não arranjo maneira de te fazer perceber a vontade que tenho de te abraçar a todos os segundos. E de seguida lembro-me... Não da tal razão, mas de outro enorme desejo que tenho: as tuas fortes e carinhosas mãos que, ao tocar-me no cabelo, revelam os caracóis mais bonitos e envergonhados, que se escondem por trás de todos os outros. Basta um, um só toque teu para me aperceber que sempre me quiseste tanto a mim como eu a ti. É quando sinto que, dentro de ti, algo diz "és minha e de mais ninguém" que desmaio psicologicamente, no meio da confusão de emoções que me provocas, no meio do rebuliço causado entre as frequentes batidas do meu coração apaixonado. Só a ti ele te pertence, só a ti ele sempre pertenceu. No fim desta viagem, mergulhamos e ficamos os dois sozinhos no fundo do mar, para que possamos ter algo só nosso, mais além deste grande amor.
Será que voltei em força, meus amores? Estou a fazer um esforço enorme para que as minhas visitas ao sagrado cantinho sejam cada vez mais frequentes e espero bem conseguir tal coisa, pois a minha inspiração atingiu o auge, está mesmo cansada da arrumação que lhe tenho dado nos últimos tempos.
Beijinhos para vocês e muito boa sorte na escolinha.
Com muito amor e saudades, Joana.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Selo
Venho só cá deixar rapidinho um selo, meus amores. Nem sequer é o meu, é apenas um que me "passaram". Como vão ver pelas regras da passagem deste selito, é suposto passá-lo a blogues que são dignos de o merecer. Eu agradeço portanto ao blog que mo passou (lá em baixo deixarei o link), este blog que, assim que se criou, já eu o conhecia e que adoro e consulto sempre que posso, pois acho-o muito útil. Digo e direi de novo que gosto bastante de conhecer o vosso feedback aos textos que vou escrevendo sempre que posso, sempre que tenho tempo, este que no próximo mês será cada vez mais reduzido. Então o selito e as respectivas regras são os seguintes:
Regras:
1. Agradecer à pessoa que te deu o selo;
2. Escrever um post sobre isso;
3. Passar a 12 blogs que aches mesmo que merecem;
4. Inserir o link desses blogs;
5. Enviar-lhe uma mensagem/comentário a dizer-lhes.
1. Um enorme agradecimento às minhas meninas do Tu e o Teu Estilo (http://doida-por-moda.blogspot.com/) que são lindas, espectaculares e etc, e que sei estarem sempre atentas às novidades do meu cantinho;
Regras:
1. Agradecer à pessoa que te deu o selo;
2. Escrever um post sobre isso;
3. Passar a 12 blogs que aches mesmo que merecem;
4. Inserir o link desses blogs;
5. Enviar-lhe uma mensagem/comentário a dizer-lhes.
1. Um enorme agradecimento às minhas meninas do Tu e o Teu Estilo (http://doida-por-moda.blogspot.com/) que são lindas, espectaculares e etc, e que sei estarem sempre atentas às novidades do meu cantinho;
2. Aqui está ele, feito à pressa, mas está cá presente.
3., 4. e 5. Só vos digo para levarem à vontade, porque, quem escreve, deve escrever sempre com alma, saia o que sair. Se vocês escrevem com alma e se a tal escrita sai sempre do coração, estando ele bem ou mal, levem o selito à vontade, porque então merecem-o.
Tchauuuu, minha gente. Até daqui a uns dias :)
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Promessas à Corda
Peguei na corda e lancei-a ao mar. Esperava que alguém a agarrasse, mas esta esperança revelou-se tão inconsistente como aquela que tenho de te voltar a ter. A tal corda revelou-se inocente, ingénua, frágil, parecia até que me imitava. Tentava reagir da mesma forma que eu, depois de confrontada por ti. Ficou ali, estendida, até ao pôr-do-sol do dia seguinte. Achei bastante estranho que tal sucedesse, visto que aquela hora antes era nossa. Deu, pelo menos uma vez, direito a que me comovesse sem que me conseguisse conter. Ansiava que me viesses visitar à praia deserta e que fizéssemos dela o nosso cantinho. Contudo, espero pela tua entrega, porque eu, eu sempre fui tua. Sempre me dei de corpo e alma, esperando que me amasses assim, desta maneira. Mudei-te, mudaste-me, fizeste-me viver de uma forma diferente, focada no amor que as ondas nos traziam. Mergulhar na nossa cumplicidade única passou de rotina a passatempo e, agora, sinto que já nem te conheço. Se voltares, esperarei-te aqui, ansiosa por te beijar e matar todas as saudades, sentada na rocha onde, com orgulho, escreveste que me amavas e que nunca me irias deixar. Olha, continuo a amar-te.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Meus seguidores lindos, com grande pena minha, tenho de vos informar que as minhas vindas ao "Esticar O Polegar" cujas páginas estão encharcadas com textos vindos do coração e cheios de inspiração, os quais adoro fazer para vocês, vão ser cada vez mais raras, devido a esta grande parvoíce do 2º Período ter sido enorme e o 3º Período ser uma coisa insignificante com bastantes testes, trabalhos e apresentações à mistura. Lamento imenso e com muita pena, mas o meu tempo livre foi reduzido a zero. Prometo que, quando tiver 20 minutinhos livres, virei cá postar algo só para vocês. Beijinhos enormes e boa sorte nessa vossa vida escolar!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Apenas porque sonhar faz bem
Juro-te que me perdia naquele mundo. De tão maravilhoso e bonito que era, deixava-me simplesmente deliciada, fascinada. É como se, num segundo, me tivessem enviado para o céu. Não tenho motivos nem vontades para tentar descobrir todos os porquês deste episódio, por isso, baseio-me apenas no sonho. E este sonho foi meu. Um sonho em que estava precisamente acordada, um sonho que não se evapora da memória duas horas depois de me levantar. É daqueles que passamos a vida a contar a outros, para os permitir sonhar também. “Revitaliza corpo e alma”, deixa-te navegar em mares perdidos, sem medos do amanhã presente. Deixa-te criar uma utopia, sem a teres de viver realmente. É simples e único, é real. Se pudesse, passava-te o meu sonho por sondas imaginárias e até fazia nascer uma corrente que te ligasse a mim. Contudo, nunca o irias entender, pois és e sempre serás a minha personagem principal.
E é assim, com um texto como este, que me consigo abstrair de todos os problemas da sociedade a nível mundial. Obrigada por me deixarem sonhar à vontade. Ah, e já agora, o casamento real foi L - I - N - D - O!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Promessas
terça-feira, 19 de abril de 2011
Relato de amores
Ela: «Encontro-me num estado indefinido, sem saber se para mim és importante ou insignificante. Não sei o que dizer, nem sequer se te devo falar. As minhas lágrimas não soam como outrora soavam, pois desta vez são de puro sofrimento e mágoa. E vês, vês bem esta que cai agora? Ela sustentava o amor, o carinho e cumplicidade merecidos, os quais te dedicava todos os dias, com orgulho em te conhecer tão ao pormenor e sem qualquer insegurança nem dúvida."
Ele (já com lágrimas nos olhos): «Tanta incerteza, meu amor, sem qualquer razão. Devias ter uma tal confiança em mim que não te fizesse acreditar no que os outros dizem sobre a minha pessoa. A intenção deles é apenas espicaçar-te a ti e a nós, pela tremenda inveja que sentem quando nos vêem juntos, apaixonados. A tua insignificância, em mim, nunca teve lugar. És o meu Sol de dia, a minha Lua de noite, aquela que ilumina a minha vida durante todos os poucos segundos que fazem um minuto de vinte e quatro horas...»
Ela (confusa): «Mas... Mas se eles sabem algo que eu não sei? Se eles vêem cor no meio da escuridão que se estende à minha frente? Como hei-de eu acreditar em mim mesma se não devo confiar e ouvir ninguém?»
Ele: «Não precisas de confiar em ninguém, simplesmente... Simplesmente, sente.»
Ela: «Como hei-de eu sentir se ninguém me toca?»
Ele beijou-a, e disse: «Sentiste? Sentiste o pequeno grande amor que nos sustenta? Bem, é neste amor que deverás sempre confiar, pois ele farar-te-á cada vez maior. E ainda mais importante, a história que ele te conta será sempre verdadeira e disso saberás que nunca poderás desconfiar. Acredita nele, acredita em mim.»
Ela: «Para sempre, meu amor?»
Ele: «Para sempre não, até ao infinito, minha alegria.»
Ele (já com lágrimas nos olhos): «Tanta incerteza, meu amor, sem qualquer razão. Devias ter uma tal confiança em mim que não te fizesse acreditar no que os outros dizem sobre a minha pessoa. A intenção deles é apenas espicaçar-te a ti e a nós, pela tremenda inveja que sentem quando nos vêem juntos, apaixonados. A tua insignificância, em mim, nunca teve lugar. És o meu Sol de dia, a minha Lua de noite, aquela que ilumina a minha vida durante todos os poucos segundos que fazem um minuto de vinte e quatro horas...»
Ela (confusa): «Mas... Mas se eles sabem algo que eu não sei? Se eles vêem cor no meio da escuridão que se estende à minha frente? Como hei-de eu acreditar em mim mesma se não devo confiar e ouvir ninguém?»
Ele: «Não precisas de confiar em ninguém, simplesmente... Simplesmente, sente.»
Ela: «Como hei-de eu sentir se ninguém me toca?»
Ela: «Para sempre, meu amor?»
Ele: «Para sempre não, até ao infinito, minha alegria.»
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Day #10- A música da tua banda favorita.
Podem ter havido algumas alturas, mas, actualmente, não tenho nenhuma banda favorita. Gosto de diversas músicas, de diversos estilos e gosto delas porque me apaixono no momento em que as oiço pela primeira vez (normalmente fico durante uma semana tão viciada nessa tal música que não oiço mais nenhuma). Tenho muita mania de ouvir músicas dos anos 80 e 90 aos fins-de-semana, por causa do meu pai, que as adora. A verdade, é que foi uma grande época no mundo da música. Por isso e por muitas mais razões, descobri pelo menos a minha banda favorita dessa tal época. Para que fique bem claro, só digo que gosto de uma banda quando praticamente todas as músicas dessa tal me agradam.
Deixo-vos então aí um conjunto dos Greatest Hits dos Queen, que, para mim, foram e serão considerados para sempre algo espectacular, fora do comum. Acreditem, adoro-os! Adorava ter nascido há muitos mais anos só para os ir ver ao vivo. Serei para sempre uma "fanzaça", a sério.
sábado, 9 de abril de 2011
Day #9- A música que te faz adormecer.
E lá venho eu com mais um dia do desafio das músicas que farei quando ainda não tiver o meu lindo portátil (que pelos vistos tem um problema no disco rígido) nem privacidade. Quando tiver esta última, prometo fazer-vos um texto com muita inspiração e amor lá dentro.
Música velhinha, não? É esta que, desde a sua criação, sempre me tranquilizou e me pôs mais calma e uma enorme vontade de descansar, dormir. Faz-me ter a mente vazia. Adoro completamente ouvir a Carolina Deslandes a cantar esta música, é lindo! Recomendo que oiçam e vejam no Youtube, a sério. Bem, hoje fico por aqui, porque estou com uma vontade de me ir enroscar à almofada que nem vos passa pela cabeça, ahah.
Música velhinha, não? É esta que, desde a sua criação, sempre me tranquilizou e me pôs mais calma e uma enorme vontade de descansar, dormir. Faz-me ter a mente vazia. Adoro completamente ouvir a Carolina Deslandes a cantar esta música, é lindo! Recomendo que oiçam e vejam no Youtube, a sério. Bem, hoje fico por aqui, porque estou com uma vontade de me ir enroscar à almofada que nem vos passa pela cabeça, ahah.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Day #8- A música que te faz dançar.
Visto que o meu portátil decidiu dar o berro e armar-se em estúpido, decidi aproveitar para acabar os posts do desafio das músicas (o qual está severamente atrasado). Uma vez que agora tenho de vir para o computador fixo e não tenho muita privacidade por aqui, não devo postar tantos textos "vindos de coração" tão cedo.
Apaixonei-me por esta música há um mês ou dois, e, quando a oiço, é inevitável levantar-me e começar a dançar. Gostam dela? Se não, qual é a música que vos faz dançar? De mim parte um enorme incentivo para começarem a dançar cada vez mais, pois, por vezes, é como terapia.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Realidade emocional
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Desabafo à Primavera
quinta-feira, 31 de março de 2011
Diante do impossível
sábado, 26 de março de 2011
Gerações à mistura
«Sabes, naquela época nem haviam tantos carros como há agora. Como os tempos mudaram! Eu costumava andar nas ruas com a tua tia-avó, às compras, desde a Baixa até aqui, a este café que dantes era uma simples mercearia. Andávamos por aí como se cada travessa, cada rua, fosse a nossa própria passerele. Tinha uma cintura de vespa, uns lábios carnudos, olhos brilhantes e cabelo sempre arranjado. A tua tia? Ah, também se safava, a jeitosa. Fazíamos uma dupla espantosa e a tua tia, sempre de cigarro na boca, ainda dava mais nas vistas. Sim, porque naquela altura não era muito vulgar ver uma mulher a fumar! Bem, entretanto, onde é que eu ia? Ah, as passereles! Dávamos um autêntico espectáculo e até tínhamos a nossa própria banda sonora - os assobios dos homens, se é que me entendes. Mal o meu pai sabia que eu saía de casa naqueles prepáros! Mas quando eu ia embora de manhã, ele já não estava lá. Naquela altura, os homens madrugavam para ir trabalhar para os campos que nem eram deles. Eram explorados até ao tutano mas não tinham a lata de se queixarem aos patrões ou aos sindicatos ou como é que isso se diz! O importante era trazer o pão para casa todos os dias e eu, desde que tivesse sempre o meu baton vermelho e a minha saia da moda por cima do joelho, não me importava com nada. E hoje? Se for à Baixa alguma vez é porque Nossa Senhora fez acontecer outro milagre! Tanta confusão, tanto stress e correria que para lá há. Bem, comigo não resulta. Eu gosto é de paz e sossego que tenho no meu sofásinho da sala. Ai ai, que boa vida a minha!»
Confesso que ri, ri, ri sem parar. Por vezes, punha a mão na boca e virava-me para trás, para a minha avó não perceber. Quando contei aos meus pais esta conversa toda que aturei enquanto esperávamos por eles, tiveram a lata de gozar comigo! Bem, na verdade, até me deu um pouquinho de cultura geral, porque, apesar de encharcada em baboseiras, esta conversa sobre os anos cinquenta até teve o seu interesse peculiar.
E este foi o meu centésimo texto!
(Espero ter inspiração para virem muitos mais**)
sexta-feira, 25 de março de 2011
Quando amamos, esperamos
segunda-feira, 21 de março de 2011
Carta de amor à Primavera
Minha querida Primavera:
Durante meses esperei por ti, ninguém sabe o quanto senti saudades tuas.
Agora sê boazinha para mim e não me chateies com as alergias (POR FAVOR!).
Gosto muito de ti ♥
sábado, 19 de março de 2011
Os saltos de Gabrielle #7
- Estou...? Quem fala?
- É a Gabi... Eu preciso urgentemente de falar contigo e, antes que digas alguma coisa, desculpa por todo o transtorno e preocupação que te causei.
- Tudo bem, mas...
- Mas nada. Vem ter ao sítio onde ontem fiz o teu retrato, às 10h. Não me atrasarei e espero bem que também não o faças. Até já.
Desligou. Deixou enormes suspeitas de que algo grave se passava e Ariana não sabia mais o que pensar. Durante vinte cinco dos trinta minutos que teve desde o telefonema ate sair de casa, andou de um lado para outro do quarto com um nervosismo cada vez maior.
Olhou para o relógio e reparou nas horas. Quando saiu, bateu com a porta. Toda aquela preocupação tinha-se transformado em raiva, raiva a qual que Ariana não conseguia mais controlar.
E assim que chegou ao sítio planeado, deu de caras com Gabrielle que naquele momento estava tão impaciente como ela.
- Ah, já chegaste...
- Sim Gabi, já cheguei.... Desembuchas?!
- Eh Ariana, eu sei que não te dás bem com situações destas, mas controla-te!
- Desculpa amiga, mas já tenho a cabeça a estoirar! Contas-me o que se passa por favor? Deixaste-me bastante preocupada.
- Sim, eu conto... Bem, é assim... - escorreu-lhe uma lágrima.
- Gabi, então? - disse Ariana.
- Calma, deixa-me acabar de falar! A minha mãe foi contratada para um trabalho de milhões na Austrália, e eu vou ter de ir com ela e... E abandonar-te Ariana... Desculpa!
Agarrou-se à amiga a chorar e enquanto repetia a palavra "desculpa". soluçava sem parar.
- Oh Gabrielle, não fiques assim... Deve ser só durante uns mesinhos e nós sobrevivemos a isso!
- Tu não percebes, é um contrato de quatro anos e a minha mãe não me quer deixar ficar cá! Eu morro sem alguém como tu a meu lado!
- Princesa, tem calma... Estejas onde estiveres, porque razão for, eu estarei sempre contigo. Não há fronteiras que nos separem, a nossa amizade é forte de mais. Se estiveres comigo, eu estou contigo, e isso nunca mudará.
- Prometes? - perguntou Gabrielle.
- Prometo! Para além disso com certeza que vamos ter mais um tempinho para estarmos juntas antes de ires...
- Faltam precisamente 19 minutos para o meu avião partir Ariana... Compreendes?
- O quê?! Então vamos fazer deles os melhores da nossa vida! Onde tens a tua bagagem?
- Acho que a minha mãe a leva toda, estava previsto eu ir ter ao aeroporto de táxi ou assim...
- Então vá, eu chamo um e vou contigo.
Tiveram tempo para parar no Starbucks mais perto e beber um café com leite. Ariana, desajeitada como é costume, entornou um pouco para a sua camisola, o que deu direito a umas belas de umas gargalhadas, apreciadas por ambas as garotas.
E tinha chegado a hora nunca esperada. A despedida, com emoções fortes, fez nascer lágrimas contidas até àquela hora.
- Acho que um simples "adeus" não basta, não é assim?
- Sabes que foste a rapariga mais fantástica que conheci?
- És uma querida, sua tosca, ahah. Sim, sim, também gosto bastante de ti!
- Ahah, parva! Olha, tenho uma coisa para ti...
- O que é?
- Toma, sapatos de salto alto iguais aos meus, para te lembrares de mim sempre que os usares.
- Eu lembraria todos os dias, mesmo sem qualquer amuleto teu. O importante são as marcas que me deixas no coração e que sempre permanecerão lá.
- Bem, está na minha hora. Para finalizar só te posso agradecer por tudo Ariana, por seres quem és e teres feito de mim quem sou. Obrigada e ai de ti que não me telefones todos os dias!
Abraçaram-se, trocaram impressões reforçadas de lágrimas e despediram-se, de forma difícil mas precisa.
Nunca o mundo tinha assistido a uma amizade assim, eterna e extremamente forte. Para sempre, diria eu.
Conto inventado e finalmente terminado, wow!
segunda-feira, 7 de março de 2011
Uma questão de equilíbrio
sexta-feira, 4 de março de 2011
Anatomia quebrada
Eu gosto, tu gostas, ele não. Tu não vens porque alguém não te deixa, e esqueces que a vontade própria existe. Tropeças e cais, apenas porque aquele caminho foi escolhido por outrem, e não por ti. A obrigação de o seguires é algo estremo e tão certo como a tua rotina. Mas parece que hoje decidiste ficar a dormir até tarde. Quebraste um hábito, algo que fazias tantas vezes que até te cansava. Porém, queixas da tua parte nunca foram ouvidas. Não tinhas minutos de inércia, nem amalgamavas responsabilidades. Fazias de ponteiro de relógio, com o mesmo percurso todos os minutos. Tinhas os músculos adaptados àquele trilho bem instável e cheio de peças por colocar. Foi então que os teus tendões saíram do sítio com tanta vontade como quem deixa a sua humilde casa para sair à noite. Se calhar até se estão a divertir com toda aquela algazarra, ruídos e gargalhadas embriagadas, mas esquecem-se de medir bem os problemas que te poderão provocar, poderás ficar até sem andar. Escrevo com o desejo profundo de não teres de te arrastar para o resto da vida. Assegura uma locomoção fácil, rápida e tradicional.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Os saltos de Gabrielle #6
(...) Nunca tinha havido almoço que fosse devorado com tanta vontade e rapidez, caindo no estômago com uma satisfação extrema. Mas o que se seguia não era visto pelas garotas com tanta satisfação assim: a hora dos trabalhos de casa. É verdade, até as suas rotinas eram idênticas. Seguiam padrões, formas de ser, de vestir e de falar semelhantes. Sentiam-se como irmãs gémeas, mas não o eram. E só as vocações as conseguiam distinguir facilmente, pois cada uma tinha o seu jeito para um tema diferente e preciso. Gabrielle era a menina das Artes, envolvendo a arte de escrever, pintar, desenhar e esculpir. Ariana esmerava-se a estudar Matemática, Física, Química e Biologia. Completavam-se como um malmequer metade desfolhado.
Contudo, cada uma tinha de fazer o seu trabalho de casa e sabiam bem que aquela hora não era a indicada para esclarecer dúvidas e contar novidades à mistura, fazendo um simples, longo e demorado telefonema. E era isto mesmo que Ariana pensava quando o seu telefone tocou e o nome da sua melhor amiga apareceu no visor.
- Estou sim, Gabi? - disse ela.
Ouvia-se um choro baixinho, embrulhado em palavras que saíam trémulas do outro lado do telefone. Num ápice, Ariana revelou-se uma amiga bastante preocupada por tantos soluços ouvir, algo que não era muito normal de Gabrielle.
- Não te estou a perceber amiga, que se passa?
- Desculpa mas neste momento não consigo falar contigo Ariana, eu pensava que conseguia, mas não consigo. - respondeu a garota.
Ariana só se lembrava do eco do último "desculpa" que tinha ouvido antes de Gabrielle ter desligado o telefone, deixando esta ainda mais alarmada e confusa. A garota só pensava se tinha dito, feito ou ouvido algo que não devia. Automaticamente, associou aquele choro e tristeza a ela própria, pensando então que a dona da culpa era ela. Imaginou um tribunal, imaginou-se a si própria como sendo o réu. Declarava-se como inocente, sem hesitação alguma.
Ligou-lhe mais de 14 vezes, deixou-lhe 9 mensagens de voz, mas nada, nem sequer uma resposta. Só ela sabia o estado de nervos em que estava, é que nem fazendo os exercícios mais difíceis de Matemática se conseguia concentrar! Foi então buscar os de Física, mas, de novo, não foi capaz. Era um turbilhão de perguntas sem resposta a correrem no seu cérebro, sem qualquer destino.
Do outro lado, Gabrielle estava deitada, a chorar há mais de duas horas. A dor de cabeça era muita, e o sono acabou por conquistá-la, fazendo com que esta nem sequer jantasse.
Conto inventado e com continuação.
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