terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Tédio constante

Ultimamente, o tema tem sido sempre o mesmo... Testes para aqui, testes para ali (...) e não passamos disso. Acho que estou a ficar um pouco monótona, mas é a particularidade da típica rotina. E vocês, já começaram os testes? Correram bem? Desejo-vos muita sorte e que tentem arranjar vontade para estudar em algum lado. Olhem, eu inspiro-me nas leituras que faço e que me têm dado muito jeito. Confesso que a saudade de escrever me domina o espírito totalmente, mas não encontro tempo de o fazer. Muitos beijinhos para vocês ** Prometo que vou dando notícias!


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

True Love

Os meus dias ultimamente têm sido bastante estrondosos em termos escolares e emocionais, ando com imensa carga atrás. A minha disponibilidade vai reduzir, também porque os testes estão a chegar. O stress recomeça a muitos níveis e eu não tenho nem cabeça para nada. Desculpem-me! Assim que poder dou cá um salto. Agora deixo-vos com estas pequeninas riquezas que já dizem coisas tão lindas. Boa noite, bom fim de semana e boas aulas.



Beijinhos, a vossa blogger, Joana **

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Profundamente Azuis #2


E à medida que o tempo ia passando, ela preocupava-os cada vez mais. Mesmo sem saber, geravam-se imensas conversas entre o seu círculo de amigos, que revelavam uma honesta vontade de a ajudar.
Certo dia, um dos seus amigos mais próximos decide aproximar-se da sua carinha triste, levantar-lhe o queixo, e falar com ela.
- Teresa, é hoje que me vais contar o que se passa?
- Oh, não sei… Não te quero preocupar… A época de exames vai começar e tu tens mais com que te importar…
- Ouve, eu é que sei com o que me preocupo e quando o faço. E, neste momento, o que me importa és tu e o teu bem estar. Estaria muito mais preocupado ao ver-me sem nada poder fazer para tratar desses olhos chorosos! – respondia ele, quase como se tratasse de uma justificação.
- João, não vale a pena… Eu agradeço-te por te importares, mas não quero mesmo ser um peso para ti… - repetia Teresa, sempre hesitante. 
- Por favor, fala comigo. Essa tua maneira de estar e ser todos estes dias seguidos está-me a deixar mesmo fora de mim! Não falas connosco, foges de tudo e já nem pareces a mesma nas aulas. Quero ajudar-te a formar um novo sorriso. Só te peço uma conversa Teresa, uma conversa. Será pedir muito?
Ela não lhe respondeu. Limitou-se a abraçá-lo e, sem dar por isso, iam-lhe caindo lágrimas dos olhos. Tal demonstração de tão tamanha amizade comoveu-a bastante. Sentia de novo o coração cheio, embora desta vez fosse de um carinho tão sentido como João o sentia. Não queria falar, ela só queria agradecer-lhe sem palavras.
- Não quero que te sintas obrigado a nada, João. – insistia ela mais uma vez.
- Por esse abraço tão necessitado, só me fizeste ter mais certezas de que precisas realmente de uma ajuda como a que te quero dar, sincera. Então vá, conta, prometo guardar para mim e proteger-te de tudo.
- És realmente alguém de outro mundo. Nem sabes o quanto te agradeço por todo o apoio, a sério.
Ainda perdida em algumas lágrimas, começou-lhe a contar toda história em que se sentia encurralada. O amor que outrora havia era tão evidente que até João conhecia. Ele sabia bem reconhecer o sentimento dela, de ter perdido a sua alma gémea. Percebia o sofrimento, mas queria vê-la livre dele.
No dia seguinte, a terapia de uma conversa bem acompanhada de conselhos surtiu efeito. Os suspiros eram menos e mais curtos. A vontade de seguir em frente tinha finalmente nascido. Teresa entendia agora o quanto uma conversa destas a teria livrado da assaz mágoa sentida em todos os pontos da sua mente e coração.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Profundamente Azuis #1


Por mais invulgar que parecesse, não passava de um coraçãozito de flor murcha. Esperava por alguém que o reanimasse, fazendo-a sorrir. Teresa queria voltar de novo à felicidade que um dia havia vivido. Sabia, contudo, que com ou sem a sua alma gémea, teria de continuar o glorioso caminho percorrido até agora. Pedia, inconscientemente, um retorno à emoção, à sensação de coração cheio, ao calor da sua alma. Chorava ansiando mais um carinho, mais um sinal dele. Mas não valia de nada. Vivia os dias de escola com um sentimento de revolta que não ia embora. Dignava-se a observá-lo enquanto ele percorria os imensos corredores, desejando, ao mesmo tempo, estar a seu lado para lhe poder agarrar a mão com muita força e impedi-lo de ir embora. E o quanto ela sofria… O que lhe doía mais era o facto de ele nem sequer ter a amabilidade de a olhar nos olhos. O simples movimento que ele fazia ao baixar a cabeça, destruí-a por dentro. Dava pena de ver a sua reação naqueles olhos azuis profundos. Teresa lutava com imensa força para superar tais sentimentos e ânsias, mas parecia nunca chegar. Custava-lhe ter, simultaneamente, vontade de não o amar e de o amar no seu íntimo. As lágrimas não conseguiam afogar toda a mágoa. A névoa no céu era incapaz de, alguma vez, lhe apagar as recordações que ele trazia tatuadas no seu ser. Contava, agora, com o tempo, o seu amigo e conselheiro, que a ajudava a carregar as pesadíssimas recordações.
Não pretendia preocupar os seus amigos com tais histórias e dramas, pensava ela. Não via em si nem nas amizades que suportava motivos para partilhar tristezas, nem mesmo como método de aconchego ou forma de cicatrizar feridas. E tão enganada que esta doce menina estava... Tão inocente, tão ingénua para o mundo em que vivia. Precisava de alguém em quem confiasse, de uma boa conversa e de um abraço amigo. Mas nem ela sabia disso. Teve, no entanto, a sorte de trazer com ela uns amigos de grande coração, sempre com algum espacinho para ela ocupar. Preocupados, amáveis, uns doces. Tão bem que ela os sabia escolher.

(Estive imenso tempo à procura de uma imagem que ilustrasse realmente este texto, não encontrei nenhuma e ficou esta, desculpem a qualidade. Gostaram? Espero que sim! Prometo-vos algo que vos envolva e vos deixe ansiosos pelas próximas partes! Beijinhos e boa semana **)

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sondagem

Como vocês decidiram, irei começar a escrever um conto. Tudo isto para vos poder deliciar e envolver numa história surreal, inventada por mim. Hoje já não volto cá, passei o dia a fazer trabalhos da escola, unff! Amanhã pode ser que o comece, pode ser que os livros me dêem uma pequenina folga e a vontade me empurre até ao computador. Tenham um resto de bom fim de semana e, se puderem, livrem-se rapidamente dos livros e divirtam-se, que já basto eu para queimar pestanas.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Mais um dia

Passo o dia a pedir que te desprendas da minha alma e me soltes o coração.

    
Foi mais um dia de cabeça cheia de ti. Começo a ter pensamentos derrotistas, mesmo sabendo que não devo. Precisava de um pouco de esperança que me elevasse e me desse força para continuar esta luta que me deixará o coração livre de ti. O que me dói bem no fundo é essa falta de sensibilidade que transmites. Questiono imenso o valor que algum dia me deste e, pior ainda, comparo-o ao sentimento cheio que ainda suporto no coração, sempre ligado a ti por pensamento. E ai, se o olhar e as expressões falassem, o que tu já terias ouvido! O arrependimento chega a matar-me por dentro, mas as palavras que ficam por dizer são as que me fazem mais pensar em tudo e chegar à conclusão que, o que foi, teve mesmo de ser, e eu nunca poderia fazer nada contra isso.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Forever in my heart


Aqui só entre nós, quem me dera nunca ter prometido!


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Desabafo do dia 10/01

Durante a semana que passou, observava tudo o que acontecia até ao dia de hoje chegar. Achava que iria vivenciá-lo com muita tristeza e saudade. Estou agora extremamente orgulhosa de mim própria por não me ter deixado ir abaixo, por não ter passado estas vinte e quatro horas a pensar em ti. Sinto que, finalmente, consigo preencher os pensamentos com algo senão tu. Há-de ser uma data que nunca mais me fará passar um dia horrendo e cheio de mágoa. É me difícil voltar atrás no tempo por entre as lembranças e recordar-me de como, há precisamente um ano, me deixei ir tão abaixo por ser a altura certa de me lembrar de ti. Questiono bastante vezes a razão que possibilitou tal estado, mesmo sabendo. Entretanto, tanta coisa aconteceu, tantas reviravoltas surgiram e tantas decisões foram tomadas, que permiti a mim própria perder-me na imensidão de linhas cruzadas na mente. Não me sentirei mais insensível, parabéns. Que continues impressionante em todos os sentidos.


domingo, 8 de janeiro de 2012

Assim será

Queria poder chorar ao teu colo e pedir que me acolhesses. Seria uma partida inexorável, cruel, mas pelo menos determinada e irreversível. Todas as mágoas seriam recolhidas numa só poça de lágrimas que, com o passar do tempo e a mudança de estações, desaparecia. Evaporava juntamente com todas as feridas, cicatrizando as memórias. A tua imagem teria um outro impacto em mim e a vontade de te ver seria menos frequente. Em unidades astronómicas, media-se o quanto eu queria ficar bem, atingir a estabilidade. E nunca pensaria que um dia viesses a ter tanta importância na minha vida. Nem com esse feitio complicado me conseguiste fazer afastar de ti, só me aproximaste mais, e mais, e mais. Não te perdoo por me teres feito sofrer desta maneira, por não me teres permitido viver alguns momentos com toda a sua intensa felicidade. Mas, no fim de tudo, agradeço por me teres feito feliz enquanto achámos que assim havia de ser.


Vou só pedir-vos que votem na sondagem que se encontra no topo do blog, por favor. Obrigada **

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Frase da noite


«Dizem que o coração é o músculo mais forte do corpo, mas se ele é tão forte por que razão se quebra tão rapidamente?!»

(im)perfeição

Às vezes perco a voz. As palavras não me vêm à cabeça e as lágrimas vão caindo. Não gosto de me sentir ainda tão pegada a ti, tão dependente. Não desejo mais sentir-me assim, mas que poderei eu fazer contra isso? Ai, o quanto eu adorava que estivesses aqui para me pedires abraços, para me dizeres que sentias a minha falta. Davas-me o mundo inteiro num momento tão simples, meu amor. Quando relembro esse teu sorriso doce e o gesto meigo que fazias quando ajeitavas o cabelo, sorrio também. O ar desengonçado só me dava mais vontade de te ter perto de mim e olhar-te nos olhos. Entrava num universo profundo, algo só nosso, e ninguém me tirava de lá. Mergulhava numa eternidade perdida no tempo. E tão bem que eu me sentia assim. Desejava-te a toda a hora, tinha saudades assim que partias de ao pé de mim. Lembro-me quando voltava para trás só para te dar mais um beijo e ver-te feliz mais um bocadinho. Tudo tão perfeito que até parecia ser mentira. Amar não é pecado, amar-te nunca foi castigo, ter-te para mim foi uma verdadeira bênção. E gosto de te recordar assim, todo para mim. Pena agora ter de dizer que foram, apenas, bons tempos.



Gostava que dessem uma espreitadela na nota que pus ali no lado direito do blog, obrigada **
E esse novo ano, meus lindos, como vai?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Olá?

Com um pequeno gesto digo que ainda te amo, que o tempo não te leva com ele. As memórias ainda residem na mesma casa fria e barulhenta, estando sempre em ressalto. Agora custa olhar para elas e saber que irão para sempre estar aqui guardadas. Podem sair da cabeça, mas nunca do coração. Por mais feridas que tu deixes, mais raiva que eu sinta, mais estranha ache toda esta nossa situação, as recordações estarão para sempre cá. Mas custa, sabes, às vezes custa. Não é que eu não perceba, que pense de forma diferente ou que ache que errei, são as repetições sucessivas de imagens, palavras e sorrisos nossos que me passam tantas vezes diante dos olhos e que, de uma maneira tão única, vão deixando saudades que não querem ir embora. E ainda não cheguei ao estado de "ficar feliz por ter acontecido e não triste por ter acabado", ainda me falta muito para chegar a esse tal patamar que tanto anseio. Sei bem que me iludo um pouco mesmo não o querendo fazer. Na verdade, nem me preocupo muito com isso. Por agora, apenas te dedico um "olá" que parece ter uma vontade enorme de te gritar aos ouvidos e cair a teus pés, sem nunca ser submisso. Mais virão e cada vez com mais certeza e precisão. 


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Quedas e erros

Posso tropeçar e cair, mas nunca ficarei tão despedaçada como ficaria se me provocasses uma queda emocional. Sei bem que esta seria de tal forma que dificilmente me voltaria a levantar. Dificilmente se curam as feridas, se saram fraturas ou se reconstitui um osso. E a dificuldade agrava-se quando o golpe nos afeta a forma de pensar, agir e até de falar. Sou capaz de me enganar a mim própria a toda a hora, dizer que faço, paro, deixo e a vontade ser outra. São nessas alturas que, para mim, o errado é o correto. Tudo muda, nada é transparente. Começo a ver preto no branco, sem querer nunca acreditar. Penso ser mentira, estar errada, quando completamente certa estou. Tudo isto por me recordar de episódios que nunca deveriam ser recordados com tanta frequência. Engano-me a mim própria, enfim. Mas aprendemos com os erros, não é? Assim o farei.


P.S.: Estou com falta de inspiração e tempo... Desculpem-me!