segunda-feira, 16 de maio de 2011

Selo

Venho só cá deixar rapidinho um selo, meus amores. Nem sequer é o meu, é apenas um que me "passaram". Como vão ver pelas regras da passagem deste selito, é suposto passá-lo a blogues que são dignos de o merecer. Eu agradeço portanto ao blog que mo passou (lá em baixo deixarei o link), este blog que, assim que se criou, já eu o conhecia e que adoro e consulto sempre que posso, pois acho-o muito útil. Digo e direi de novo que gosto bastante de conhecer o vosso feedback aos textos que vou escrevendo sempre que posso, sempre que tenho tempo, este que no próximo mês será cada vez mais reduzido. Então o selito e as respectivas regras são os seguintes:

Regras:
1. Agradecer à pessoa que te deu o selo;
2. Escrever um post sobre isso;
3. Passar a 12 blogs que aches mesmo que merecem;
4. Inserir o link desses blogs;
5. Enviar-lhe uma mensagem/comentário a dizer-lhes.


1. Um enorme agradecimento às minhas meninas do Tu e o Teu Estilo (http://doida-por-moda.blogspot.com/) que são lindas, espectaculares e etc, e que sei estarem sempre atentas às novidades do meu cantinho;
2. Aqui está ele, feito à pressa, mas está cá presente.
3., 4. e 5. Só vos digo para levarem à vontade, porque, quem escreve, deve escrever sempre com alma, saia o que sair. Se vocês escrevem com alma e se a tal escrita sai sempre do coração, estando ele bem ou mal, levem o selito à vontade, porque então merecem-o.

Tchauuuu, minha gente. Até daqui a uns dias :)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Promessas à Corda

Peguei na corda e lancei-a ao mar. Esperava que alguém a agarrasse, mas esta esperança revelou-se tão inconsistente como aquela que tenho de te voltar a ter. A tal corda revelou-se inocente, ingénua, frágil, parecia até que me imitava. Tentava reagir da mesma forma que eu, depois de confrontada por ti. Ficou ali, estendida, até ao pôr-do-sol do dia seguinte. Achei bastante estranho que tal sucedesse, visto que aquela hora antes era nossa. Deu, pelo menos uma vez, direito a que me comovesse sem que me conseguisse conter. Ansiava que me viesses visitar à praia deserta e que fizéssemos dela o nosso cantinho. Contudo, espero pela tua entrega, porque eu, eu sempre fui tua. Sempre me dei de corpo e alma, esperando que me amasses assim, desta maneira. Mudei-te, mudaste-me, fizeste-me viver de uma forma diferente, focada no amor que as ondas nos traziam. Mergulhar na nossa cumplicidade única passou de rotina a passatempo e, agora, sinto que já nem te conheço. Se voltares, esperarei-te aqui, ansiosa por te beijar e matar todas as saudades, sentada na rocha onde, com orgulho, escreveste que me amavas e que nunca me irias deixar. Olha, continuo a amar-te.