sexta-feira, 29 de abril de 2011

Apenas porque sonhar faz bem


Juro-te que me perdia naquele mundo. De tão maravilhoso e bonito que era, deixava-me simplesmente deliciada, fascinada. É como se, num segundo, me tivessem enviado para o céu. Não tenho motivos nem vontades para tentar descobrir todos os porquês deste episódio, por isso, baseio-me apenas no sonho. E este sonho foi meu. Um sonho em que estava precisamente acordada, um sonho que não se evapora da memória duas horas depois de me levantar. É daqueles que passamos a vida a contar a outros, para os permitir sonhar também. “Revitaliza corpo e alma”, deixa-te navegar em mares perdidos, sem medos do amanhã presente. Deixa-te criar uma utopia, sem a teres de viver realmente. É simples e único, é real. Se pudesse, passava-te o meu sonho por sondas imaginárias e até fazia nascer uma corrente que te ligasse a mim. Contudo, nunca o irias entender, pois és e sempre serás a minha personagem principal.

E é assim, com um texto como este, que me consigo abstrair de todos os problemas da sociedade a nível mundial. Obrigada por me deixarem sonhar à vontade. Ah, e já agora, o casamento real foi  L - I - N - D - O!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Promessas


Quero sentir o teu respirar no meu pescoço, ter-te perto de mim. Tentarei não adormecer no teu colo naqueles dias de calor que me deixam tão cansada e ainda mais apaixonada por ti. Direi o teu nome vezes sem conta até que a minha voz se apague e espero que, um dia, a voltes a acender. Prometo lutar por ti, investir em nós todos os dias da minha vida. A nossa história será algo tão bonito, que até o Sol encanta. Sonho com a nossa casinha no campo, rodeada de flores quase tão bonitas como tu, algo que te asseguro ser quase impossível. E a seguir a cumprir todas estas promessas, agarro em ti e fugimos juntos. Vivemos uma história de encantar, em que o meu principal objectivo será tratar-te como o verdadeiro rei que és, o Rei do meu coração. Aqui dentro, tu comandas. Juro-te a minha vida até exaustão. E no final, beijar-te-ei, independentemente do quanto estiveres cansado da minha monotonia.